Esportes, Libertadores

Verdão tenta chegar as quartas pela 1ª vez em oito anos

Jogadores treinam no Monumental de Guayaquil. Foto: Cesar Greco/Agência PalmeirasA partida de hoje (5), às 21h45, contra o Barcelona de Guayaquil, no Equador, é o primeiro passo do Palmeiras para um feito que não realiza há oito anos. Mais precisamente desde 2009 o time não passa das oitavas de final da Copa Libertadores, que o alviverde conquistou em 1999.

O time conta com uma coincidência histórica: atualmente patrocinado pela Crefisa, que investiu mais de R$ 100 milhões apenas em jogadores, o Palmeiras tinha o apoio de fortes empresas na última vez em que foi mais longe na competição, e também quando foi campeão da Libertadores.

Em 2009, quando foi eliminado nas quartas de final pelo Nacional-URU, o time contava com o apoio da Traffic, uma das maiores empresas de marketing esportivo do mundo. A empresa investiu pesado e contratou jogadores como Henrique, Pierre, Keirrison, Cleiton Xavier e Diego Souza, que o Palmeiras hoje quer tirar do Sport. Montou uma equipe para conquistar os principais títulos, mas ao final da relação, em 2010, contabilizou o título paulista de 2008 e acumulou frustrações.

Em 2009, com Vanderlei Luxemburgo no comando, a equipe empatou por 1 a 1 com o Nacional no Palestra Itália, por 0 a 0 no Uruguai e, assim, foi eliminada nas quartas de final. O ataque do time era formado por Cleiton Xavier, Diego Souza, Keirrison e Willians, com Ortigoza como reserva imediato.

As participações posteriores à de 2009 também terminaram em decepções. Com grupo modesto de jogadores para disputar a Série B de 2013, o Palmeiras tinha ambições reduzidas em relação à Libertadores, para a qual o clube tinha se classificado depois de ter sido campeão da Copa do Brasil no ano anterior. Foi eliminado pelo Tijuana-MEX nas oitavas de final.

Em 2016, com apoio – menos ostensivo do que hoje – da Crefisa, não passou da fase de grupos.

Cautela

Sobre o adversário, que coloca como um dos mais difíceis entre os que poderia enfrentar, Cuca prega cautela.
“Eles (Barcelona) têm um time rápido, que espaça bem o campo e usa a velocidade. Pelo que nos falaram, (o Monumental) é um estádio grande, com 70 mil lugares, e a cidade está respirando o jogo”, disse.

Time titular

Zé Roberto foi um dos destaques do time misto que derrotou o Grêmio, No último sábado (1º). A boa atuação do camisa 11 do Palmeiras fez Cuca repensar seu time titular para o jogo de hoje (5) contra o Barcelona-EQU. É possível que o jogador apareça no meio-campo.

Três atletas são opções para a lateral esquerda caso Cuca escale Zé no meio ou o deixe na reserva. São razoáveis as chances de Juninho ser improvisado para garantir maior poder de marcação. Tchê Tchê e Michel Bastos são os outros candidatos.

Egídio, que é lateral, não viajou. Cuca só levou 19 ao Equador e um deles será corta­do do confronto. Raphael Veiga é o favorito.

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