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Vaguinho vislumbra concorrer a deputado em 2018

“Vaguinho: quem vai dizer o que eu vou ser é a população”. Foto: Eberly LaurindoO vereador de Diadema Wagner Feitoza, o Vaguinho (PRB), projeta a próxima disputa eleitoral, após perder a eleição em segundo turno para o prefeito reeleito da cidade, Lauro Michels (PV). O republicano se prepara para o pleito de 2018, mas ainda não sabe se vai disputar vaga na Assembleia Legislativa, como deputado estadual; ou no Congresso, como deputado federal.

“Nasci para ser político, mas quem vai dizer o que vou ser lá na frente é a população. Tenho seis eleições. Com certeza quero disputar o pleito daqui dois anos, mas vou conversar com o partido”, relatou. “Sou candidato, independente se para federal ou estadual. O PRB é um partido novo, cresceu muito, e temos que nos fortalecer. Só se fortalece assim, participando dos pleitos. Temos apenas que discutir para saber qual candidatura vai ser, sou um soldado do partido”, concluiu.

O parlamentar comentou a experiência da campanha sob as novas regras aprovadas na reforma política, com menos tempo para as atividades junto aos eleitores e proibição de doações de pessoas jurídicas para os candidatos e partidos. “Fomos a cobaia nesse processo. O tempo da campanha foi o que mais prejudicou. A gente estava acostumado a uma campanha um pouco mais longa”, avaliou. “A questão de captar recursos foi muito difícil, até por conta do que está acontecendo no país. Nossa campanha foi muito mais simples que a do oponente”, completou.

Redes sociais

Vaguinho lamentou o que chamou de ataques recebidos durante a campanha, especialmente pelas redes sociais. “Foram montagens, ataques às pessoas da minha família, à minha vida. E a gente não consegue chegar em quem postou primeiro. São coisas sobre as quais as pessoas deveriam ter mais respeito”, comentou. “Fui o candidato mais atacado nas redes sociais. Falta fiscalização. Tem que ter penalidades severas para quem publica e posta matérias mentirosas que difamam a família, os candidatos. Postar verdade é tranquilo, mas o que as pessoas inventam é muito duro. A lei tem que ser muito dura quanto a isso”, concluiu.

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