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Um ano após fim da 1ª onda, mercado de trabalho formal do ABC volta ao nível pré-pandemia

Um ano após fim da 1ª onda, mercado de trabalho formal do ABC volta ao nível pré-pandemia
No acumulado do primeiro semestre deste ano, ao saldo do Caged é positivo em 14.558 vagas formais

A primeira onda da pandemia de covid-19 levou à eliminação de 38.165 empregos com carteira assinada no ABC entre março e julho do ano passado. Com a retomada gradual da atividade econômica, o mercado de trabalho da região recuperou-se progressivamente e, no mês passado, finalmente conseguiu “zerar” o déficit gerado nos cinco primeiros meses da crise sanitária.

Segundo o novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, os sete municípios registraram saldo líquido (admissões menos demissões) de 4.723 vagas formais geradas em julho. Com isso, o ABC acumula 41.618 postos de trabalho criados desde agosto do ano passado, mais do que suficientes para compensar o empregos fechados nos cinco meses anteriores.

Na prática, significa que o mercado de trabalho celetista da região voltou ao patamar de ocupação de fevereiro do ano passado.

No acumulado do primeiro semestre deste ano, ao saldo do Caged é positivo em 14.558 vagas formais criadas, contra destruição líquida de 34.514 no mesmo período de 2020. No acumulado dos 12 meses encerrados em junho, a região gerou 41.374 empregos.

BRASIL

O mercado de trabalho formal brasileiro registrou um saldo positivo 309.114 carteiras assinadas em junho, de acordo com os dados do Caged. No acumulado do primeiro semestre deste ano, o saldo é positivo em 1,536 milhão de vagas.

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