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Trânsito do ABC tem 1º trimestre menos violento em três anos

Trânsito do ABC tem 1º trimestre menos violento em três anos
Trânsito do ABC tem 1º trimestre menos violento em três anos

O trânsito do ABC registrou no primeiro trimestre de 2021 o menor nú­mero de mortes para o período em três anos e deu continuidade à queda nas estatísticas de acidentes e óbitos iniciada em 2020.

Entre janeiro e março de 2021, as ruas e avenidas da re­gião fize­ram 44 vítimas fa­­tais, número 6,4% inferior ao apurado no mesmo pe­ríodo do ano passado (47), segundo o Infosiga, base de da­­dos ge­renciada pelo De­tran-­SP (veja quadro ao lado).
Trata-se do menor nú­me­­ro de mortes para o pe­río­­­do desde o primeiro tri­mes­­­tre de 2018, quando fo­­­ram re­gistrados iguais 44 óbi­­tos nos sete municípios.

Em março, o Infosiga SP contabilizou 16 vítimas fatais no ABC, com estabilidade ante o apu­rado em igual mês de 2020.
Os motociclistas lideraram as estatísticas de fatalidade no primeiro trimestre na região com 21 óbi­tos. Na sequência aparecem pedestre­s (dez), ocu­pan­tes de auto­mó­vel (sete), ci­clistas (um) e outros (cinco).
Os jovens continuam sen­do as principais vítimas do trânsito na região. Do total de 44 mortes registradas no primeiro trimestre, 16 (36,4%) concentram-se na fai­xa entre zero e 29 anos.

Ainda de acordo com o In­fosiga SP, houve redução de 8,4% no nú­mero de acidentes nas ruas, avenidas e rodovias do ABC no primeiro trimestre ante o mesmo período de 2020, para 1.898 ocorrências.
Também houve redução em março, quando foram registrados 585 acidentes, queda de 12,2% ante o apurado no mesmo mês do ano passado (666).

PANDEMIA

A redução nas estatísticas de acidentes e mortes no trânsito da região é observada desde o ano pas­sado e atribuída às mudanças na mobilidade decorrentes da pandemia de covid-19.

Especificamente em março, o ABC passou por dois recuos no Plano São Paulo – primeiro da fase amarela para a verme­lha e, depois, para a emergencial –, que restringiram a atividade econômica aos setores consi­derados essenciais, o que po­de ter contribuído para reduzir a circulação de pessoas e, por consequência, o trânsito na região.

Outro gerador de trânsito é a rede de ensino, que segue com aulas suspensas no formato pre­sencial.

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