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Taxa de desemprego no ABC se manteve estável em março

A taxa de desemprego medida no ABC pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) manteve-se praticamente estável em março, ao saltar de 16,4% em fevereiro para 16,6% no mês seguinte, segundo pesquisa divulgada ontem (25).

Ante março do ano passado, no entanto, quando a taxa de desemprego da região estava em 19,2%, houve recuo de 2,6 pontos porcentuais.

O número é o único do ABC publicado na Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) desde abril do ano passado, quando o convênio entre o Consórcio Intermunicipal e as duas entidades que custeava o levantamento de dados no ABC foi cancelado.

Na Grande São Paulo como um todo, a taxa de desemprego passou de 16,4% em fevereiro para 16,9% em março.

O contingente de desempregados foi estimado em 1,86 milhão de pessoas, 59 mil a mais do que no mês anterior. Em março de 2017, porém, a taxa de desemprego da região era maior, de 18,5%.

O aumento da taxa decorreu da retração do nível de ocupação, que caiu 0,4%, com a eliminação de 36 mil postos de trabalho, e da relativa estabilidade da População Economicamente Ativa (PEA) – 23 mil pessoas entraram para a força de trabalho da região, alta de 0,2%.
O número de ocupados foi estimado em 9,146 milhões de pessoas.

Apenas o comércio contratou em março, com a abertura de 30 mil vagas, alta de 1,9% em comparação a fevereiro. O emprego na construção caiu 6,3%, com 39 mil postos a menos. A indústria recuou 1,1% e fechou 15 mil vagas, enquanto os serviços encolheram 0,6%, com menos 31 mil postos.

 

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