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Taxa de desemprego do ABC cai a 16,4% em maio, menor patamar em dez meses

Contingente de desempregados cresceu 1,5% em maio. Foto: Arquivo A taxa de desemprego do ABC recuou de 18,4% em abril para 16,4% em maio, a menor desde agosto do ano passado. Foi o segundo mês consecutivo de queda no indicador.

O dado – o único referente aos sete municípios – consta da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) realizada na Região Metropolitana de São Paulo pela Fundação Sistema Estadual de Análi­se de Dados (Seade) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Na RMSP, segundo o levantamento, a taxa de desemprego manteve-se relativamente es­tável em maio, ao variar de 18,6% em abril para 18,8% no mês seguinte.

ABC e Capital

Entre os cinco domínios geográficos acompanhados pela PED, a taxa de desemprego só caiu no ABC e na Capital, onde houve queda de 18,6% para 18,3%.

Em maio, o contingente de desempregados foi estimado em 2,119 milhões, ou 31 mil a mais do que em abril. A taxa aumentou porque a geração de 11 mil postos de trabalho (alta de 0,1%), para 9,150 milhões de pessoas, foi insuficiente para absorver as 42 mil (+0,4%) que passaram a procurar emprego e, com isso, entraram na força de trabalho da RMSP.

Sob a ótica setorial, ho­uve aumento no estoque de trabalhadores na indústria de transformação (geração de 38 mil vagas, alta de 2,9%) e no agregado comércio e reparação de veículos (11 mil, alta de 0,7%). No sentido contrário, o setor de serviços eliminou 39 mil postos de trabalho, com redução de 0,7% na ocupação, e a construção civil cortou 17 mil (-2,8%).

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