Copa América, Esportes

Suárez revela apoio a Neymar, mas evita comentar acusação de estupro

Um dos maiores nomes desta Copa América de 2019, o atacante uruguaio Luis Suárez lamentou ontem (14) a ausência de Neymar na competição, revelou apoio ao amigo e aproveitou para chamar a atenção dos colegas de seleção para a disputa da competição continental.

“Claro que falamos com o Ney para dar força. Como qualquer jogador que perde um torneio importante, ele está triste. O Brasil perde muito. É um dos melhores do mundo, mas o Brasil tem grandes jogadores. Se não entra Ney, entra Willian. Isso demonstra o que a seleção brasileira é como equipe”, afirmou o jogador do Barcelona, durante entrevista coletiva em Belo Horizonte, onde o Uruguai se prepara para a estreia na competição, amanhã, às 19h, contra o Equador, no Mineirão.

Sobre as possibilidades da seleção uruguaia na Copa América, o astro admitiu o favoritismo, ao lado de outras equipes de tradição na luta pelo título, mas pede concentração para o seu time. “Somos conscientes de que temos condições, capacidade técnica, podemos chegar longe na Copa. Porém, partidas se ganham em campo. Se você distrai dois ou cinco minutos, você paga por esses erros em campo.”

Suárez também analisou o jogo de estreia diante dos equatorianos. “A primeira partida é sempre mais importante, difícil. Temos confiança em fazer uma boa partida e conseguir um bom resultado. O Equador é forte fisicamente e tem ótimo contra-ataque.”

Suárez foi submetido a uma artroscopia no joelho direito no dia 9 de maio. No último dia 7, participou de parte do segundo tempo no amistoso contra o Panamá, em Montevidéu, e fez, de falta, um dos gols na vitória por 3 a 0.

O Uruguai está no Grupo C da Copa América, que também conta com Chile e Japão. Depois dos equatorianos, os uruguaios terão pela frente os japoneses na quinta-feira e os chilenos, no dia 24. A seleção do técnico Óscar Tabárez soma 15 títulos, contra 14 dos argentinos. O Brasil acumula oito taças, enquanto Chile, Paraguai e Peru têm dois cada. Bolívia e Colômbia, apenas um.

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