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SPMAR inicia ação de combate às queimadas no rodoanel

O inicio de junho marca o período de seca e, consequentemente, da maior incidência de queimadas ao longo das rodovias e a invasão da fumaça na pista, além de tóxica, é um fator de alto risco à visibilidade dos motoristas.

No intuito de combater esse problema terá inicio nos trechos Sul e Leste do Rodoanel Mario Covas a Operação Corta-Fogo, ação implementada pela ARTESP (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) em todas as rodovias do Estado de São Paulo.

Apenas no último ano, a concessionária SPMAR contabilizou nos trechos Sul e Leste um total de 314 focos de queimadas, sendo 40% deles concentrados apenas no período de junho e julho.

Para Marcos Fonseca, diretor executivo da Concessionária SPMAR, esse é um momento do ano crítico para as concessionárias, principalmente pelo aumento dos números de queimadas: “As equipes de monitoramento ficam a postos e ao mínimo sinal de fumaça acionam a brigada de combate a incêndio. A resposta imediata é importante para evitar que esse foco cresça, a fumaça invada a pista e comprometa a visibilidade do usuário, podendo até causar um grave acidente”.

Os Painéis de Mensagens Variáveis (PMVs) espalhados ao longo da rodovia trarão frases alertando dos perigos das queimadas: “Operação Corta Fogo: Prevenir é melhor do que apagar” e “Operação Corta Fogo: Soltar balão é crime ambiental”.

Combate a balões e bitucas – Protagonistas de grande parte desses incêndios, as bitucas de cigarro e os balões são dois pontos focais na campanha das concessionárias.

No caso das bitucas, elas são jogadas ao longo das rodovias pelos próprios motoristas, que muitas vezes desconhecem o risco de iniciarem uma queimada e, ainda, de serem acusados de crime ambiental, que prevê incêndio por irresponsabilidade como passível de multa e até prisão.

Outro causador de incêndios são balões lançados ilegalmente nesse período de Festas Juninas e que muitas vezes terminam por cair na área vegetal ao redor da rodovia. Nesse caso, a lei prevê multa à detenção de até três anos, tanto para quem solta, como para quem fabrica, vende ou os transporta .

O período de junho a outubro é considerada fase vermelha da Operação Corta-Fogo, por concentrar o maior número de registro de queimadas.

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