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Secretário de Cultura comemora aumento nos atendimentos

O secretário de Cultura de Diadema, Gilberto Moura (PRP), comemora as mudanças implementadas na pasta em três anos e meio de gestão – Giba afastou-se do cargo para concorrer a vereador, mas não foi eleito, e já retornou ao cargo – e destaca o aumento no número de atendimentos. “Passamos de 3 mil para 10 mil vagas nas oficinas, que agora já são 250 em diferentes linguagens artísticas”, afirmou, em entrevista ao Diário Regional.

Segundo o gestor, o aumento foi possível com a readequação dos gastos e o rompimento com seis organizações não governamentais (ONG) que mantinham convênio com a administração municipal. “As ONGs tem estruturas muito grandes e que custam muito dinheiro. Com pouco recurso tivemos de otimizar. Mantivemos parceria com três entidades e o dinheiro foi investido no aumento das vagas e das oficinas”, explicou.

Atualmente, as parcerias ocorrem com a Tápias Voadores, que mantêm as aulas no Circo Escola; a Cia de Danças de Diadema e o Instituto Sim, que atua na condução de algumas oficinas e na difusão cultural, além de ser responsável pelo corpo técnico da Lira Musical. “Fundir a Lira com a Banda Jazz Sinfônica também foi outra medida positiva, que economizou recursos, e contemplou o repertório erudito e popular”, destacou o gestor.

“Conseguimos implementar gestão compartilhada, democrática, voltada para a produção cultural da cidade, para os artistas de Diadema, ao mesmo tempo, sem perder de vista a totalidade, os diversos segmentos que existem no município e os gostos pelos mais variados produtos artísticos”, declarou.

Reformas

A reforma de 80% dos 25 equipamentos – dez centros culturais; oito bibliotecas; Centro de Memória; Teatro Clara Nunes; Espaço Cândido Portinari; Centro de Formação Musical Olímpio Martins – CEFOM; Museu de Arte Popular – MAP; Cine Eldorado; Circo Escola – também é exaltada pelo secretário. “Pegamos os espaços muito detonados, muito ruins, mas conseguimos fazer reformas e revitalizações. Claro que não precisam só disso, precisam de uma de reforma e investimento maior, mas pelo menos nós conseguimos colocar em funcionamento”, considerou.

Mudanças em endereços de equipamentos também otimizaram e aumentaram os atendimentos. A biblioteca central Oliria de Campos Barros, que estava na avenida Sete de Setembro, voltou para o Teatro Clara Nunes, para o lugar onde funcionava o Museu de Arte Popular (MAP). “O museu não estava adequado ali, a iluminação estava prejudicando as obras. Transferimos para a nova sede e o atendimento da biblioteca já aumentou, alcançou 9 mil pessoas este ano e o MAP está em um lugar tecnicamente viável”, pontuou.

Giba: “conseguimos implantar gestão compartilhada”. Foto: Angelica Richter especial para o DR

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