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São Paulo tem recorde de mortes por covid-19, com 679 registros nas últimas 24h

Doria: "se o Brasil não tivesse um presidente negacionista e um Ministério da Saúde inoperante,  grande partes desses mais de 282 mil  brasileiros mortos poderiam ser salvos". Foto: Reprodução
Doria: “se o Brasil não tivesse um presidente negacionista e um Ministério da Saúde inoperante,  grande partes desses mais de 282 mil  brasileiros mortos poderiam ser salvos”. Foto: Reprodução

São Paulo registrou um triste recorde nesta terça-feira (16) com o maior número de mortes por covid-19 registradas em 24 horas. O Estado contabilizou 679 óbitos, acumulando um total de 64.902 desde o início da pandemia.

A marca anterior tinha sido registrada na sexta-feira da semana passada, com 521 mortes. Os dados mostram que a pandemia está atingindo um momento crítico em São Paulo, que já tem um recorde de 24.992 pessoas internadas, sendo 10.756 pacientes em UTI e 14 236 em enfermaria.

A taxa de ocupação de leitos de UTI para covid-19 em todo o Estado vem crescendo também e atingiu 90% – na Grande São Paulo a taxa de ocupação é de 90,6%. Há duas semanas, os índices estavam abaixo de 80%. Nas últimas 24 horas ainda foram registrados 17.684 novos casos de covid-19 e o Estado chegou a um total de 2.225.926 de infectados.

Para tentar frear o avanço da pandemia de covid-19 nas cidades paulistas, o governo estadual decretou a fase emergencial do Plano São Paulo, com medida mais duras de restrição. A nova fase começou na segunda-feira, 15, e vai durar pelo menos até 30 de março.

BRASIL

O número de mortes decorrentes da covid-19 no Brasil chegou a 2.798 nas últimas 24 horas, novo recorde da pandemia. A quantidade equivale a 116 óbitos a cada hora no País, que atravessa o pior momento desde o início da pandemia. No total, já são 282.400 vítimas do novo coronavírus.

O governador João Doria voltou a criticar na noite desta terça-feira (16) o governo federal. “2.798 mortes hoje no Brasil. Mais de 282 mil óbitos desde o início da pandemia. Uma tragédia nacional. Se o Brasil não tivesse um presidente negacionista e um Ministério da Saúde inoperante,  grande partes desses mais de 282 mil  brasileiros mortos poderiam ser salvos. O Brasil está de luto”, postou Doria em suas redes sociais.

 

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