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São Bernardo zera fila de espera para Equoterapia

Morando e o secretário de Saúde, Geraldo Reple, visitaram o espaço especializado em terapia com cavalos. Foto: Omar Matsumoto/PMSBC

O prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), anunciou nesta quarta-feira (4) o fim da fila de espera para o tratamento de Equoterapia, método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo no processo de reabilitação para pessoas com comprometimentos físicos ou mentais.

Cerca de 180 atendimentos, entre adultos e crianças, serão realizados semanalmente, no Centro Municipal de Equoterapia da cidade, localizado na Avenida Wallace Simonsen, 1.750, no bairro Nova Petrópolis.

Para solucionar a espera e oferecer atendimento especia­lizado, o município contratou empresa, que ficará responsável pelo fornecimento dos cavalos, manejo, manutenção do espaço e de todos os equipamentos, que serão utilizados durante a terapia. O valor do contrato é de R$ 24.369,42 por mês, com vigência de 12 meses.

“Temos um espaço apro­priado, com estrutura e profissionais especializados. Ire­mos atender todos os 100 pacientes que estavam aguardando na fila de espera. Um tratamento como este, por meios particulares, custa, em média, R$ 400 cada sessão”, ressaltou o prefeito.

A equoterapia é um método com excelentes resultados em pacientes com síndrome de Down, paralisia cerebral, derrame, esclerose múltipla, hiperatividade, autismo, entre outras. São Bernardo é a única cidade da região a ter estrutura própria para ofe­recer o serviço.

O secretário de Saúde, Ge­raldo Reple, destacou que, além dos benefícios médicos, o contato com os animais, pode fazer total diferença na evolução do quadro. “O simples fato de tirar esses pacientes de casa e aproximá-los dos cavalos, já demonstra resultados fantásticos. Os animais têm o poder de acalmar e, às vezes, com um toque ou uma volta de adaptação já conseguimos notar melhoras e evoluções”, explicou Reple.

Avaliação

Talita Pipo, mãe de Ronald, 3 anos, que tem autismo, destacou a importância do atendimento gratuito. “Por meios próprios, eu jamais conseguiria pagar. Esse é um tratamento muito importante e não tenho palavras para agradecer”, disse.

Para o tratamento, os pacientes serão avaliados no Centro Especializado em Rea­bilitação e nos Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) e encaminhados para o centro municipal. A terapia será rea­lizada por três fisioterapeutas especialistas em equoterapia, uma terapeuta ocupacional e cinco auxiliares de pista.

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