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São Bernardo inicia 2ª fase das obras de despoluição da Billings

São Bernardo inicia 2ª fase das  obras de despoluição da Billings
Representantes da Sabesp mostram a Morando projeto que vai reduzir despejo de esgoto na represa. Foto: Gabriel Inamine/PMSBC

Garantir a coleta e o tratamento de 100% do esgoto de todo o Grande Alvarenga até 2020. Com essa meta, a Prefeitura de São Bernardo e a Sabesp assinaram, nesta terça-feira (7), o termo de autorização para início da segunda fase do Programa Pró-Billings, que vai reduzir o volume de materiais despejados na represa Billings. Com início imediato, a obra vai garantir a destinação correta de dejetos de cerca 250 mil moradores, levando dignidade e saúde pública à população. Serão atendidos nesta etapa 45 bairros.

Serão instalados 52 quilômetros de novas tubulações e cinco estações elevatórias para bombeamento de esgoto, que transportarão os materiais coletados diretamente à Estação de Tratamento de Esgotos do ABC (ETE-ABC), com investimento de R$ 73 milhões financiados pela Sabesp, Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica) e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Nesta fase a obra vai gerar 400 empregos diretos. “Tudo o que está no manancial, da Anchieta à divisa com Diadema, estará contemplado. Com a conclusão dessas obras teremos a possibilidade de ter 100% do esgoto tratado. Depois da rede, iremos cobrar firmemente o início da captação”, destacou o prefeito Orlando Morando (PSDB).

Ao todo estão sendo investidos R$ 220 milhões em obras de saneamento na cidade, sendo R$ 133 milhões no Programa Pró-Billings e outros R$ 60 milhões em sistema coletor no Ribeirão dos Couros. “A Billings é um importante manancial para a região metropolitana e deve ser tratada e preservada para as próximas gerações”, enfatizou o secretário de Estado de Saneamento e Recursos Hídricos, Ricardo Borsari.

A etapa inicial do Programa Pró-Billings foi lançada em dezembro de 2017. Na ocasião foram iniciadas as obras de construção de 34 estações elevatórias de esgotos de pequeno porte, duas estações elevatórias de médio porte, linhas de recalque, condutos forçados, 51 quilômetros de redes coletoras de esgotos, 8 mil ligações domiciliares e 9,5 quilômetros de coletores-tronco para exportação dos esgotos até o tratamento na Estação de Tratamento de Esgoto. A primeira fase também tem prazo de conclusão em 2020.

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