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São Bernardo conta com 51 pluviômetros para monitorar volume de chuvas

Há uma semana, maior precipitação dos últimos nove anos causou alagamento na av.Kennedy. Foto: Cedido por ACnosclickO prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), fez ontem (06) o lançamento da Operação Pé D´água (atualização e ampliação da antiga Operação Guarda Chuva), que visa mobilizar a Defesa Civil e outras 13 secretarias para ações preventivas no período chuvoso. Como principal diferença, a cidade agora conta com 51 pluviômetros, equipamentos que medem o volume de chuvas, sendo dez adquiridos pela administração e outros 41 instalados pela iniciativa privada, cujas informações são repassadas para a prefeitura.

“Ao invés de colocar mais, vamos usar a informação”, explicou o prefeito. “Os equipamentos são muito importantes. Parece simples, mas por meio deles você acaba mobilizando a Defesa Civil”, completou.
Outra mudança na operação, cujo decreto foi assinado durante o lançamento, é o aumento no número de secretarias envolvidas, de oito para 13 pastas. “Temos 24 agentes da Defesa Civil altamente capacitados, que vão treinar os servidores de outras áreas. Em uma emergência, teremos mais de 100 voluntários”, estimou o chefe do Executivo.

O decreto estende a operação até abril, para pegar, inclusive, o final do período de chuvas. O coordenador da Defesa Civil do município, Luiz Antônio Costa, destacou que as ações são contínuas e intensificadas a partir de dezembro, quando começam as chuvas.

Costa apresentou dados do trabalho que vem sendo realizado ao longo dos últimos anos, mostrando que o número de setores de risco monitorados na cidade caiu de 203 em 2010 para 162 em 2017, e as unidades habitacionais com algum tipo de risco (solapamento, escorregamento, inundação, entre outros) caiu de 2.910 para 1.654 no intervalo de sete anos.

Avenida Kennedy

Na última quinta-feira (2) uma forte chuva causou alagamento na avenida Kennedy, no Jardim do Mar. O prefeito afirmou que a situação foi pontual. “Foi checado. Já tinha uma ação de prevenção da SSU (Secretária de Serviços Urbanos), foi um excesso de água. Há nove anos não tínhamos problemas naquele ponto específico. Foi uma questão pontual em uma localização da Kennedy. Não foi em toda a avenida”, pontuou. “Não teve efeitos colaterais maiores, não tivemos vítimas e a avenida estava pronta e limpa às 7 horas da manhã do dia seguinte”, afirmou.

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