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Santa Casa de Mauá inaugura novo pronto-socorro e dez leitos

Santa Casa de Mauá inaugura novo pronto-socorro e dez leitos
Capacidade do pronto-socorro aumento de 22 mil para 32 mil atendimentos/mês. Foto: Divulgação

A Santa Casa de Mauá inau­­gurou, ontem (26), no­vo pronto-socorro e ala de internação com dez apartamentos. Com a entrega das obras, que marcam os 53 anos de fundação da entidade, serão gerados 35 postos de trabalho, dos quais 20 diretos e 15 indiretos.

As inaugurações integram projeto de ampliação e moder­nização da Santa Casa que de­ve ser concluído em 2021 e demandar R$ 12 milhões em investimentos. O pacote inclui ainda a construção – já em andamento – de novo prédio para abrigar um hospital de retaguarda com 80 leitos, a construção de um hospital infantil e mais 35 leitos, entre outras intervenções.

“A gente reconhece que nos­­sa maior fraqueza era a hotelaria. Os novos apartamentos praticamente triplicam a capacidade de internações. No novo pronto-socorro, o aumento na capacidade de atendimento é de 40%”, afirmou o superintendente da Santa Casa, Harry Horst Walendy Filho.

A principal novidade do novo pronto-socorro é a informatização dos serviços, que visa tornar o atendimento mais ágil e humanizado. Além dis­so, o sistema reduzi­rá em 30% o consumo de papel e outras 10 mil folhas de filme radiográfico deixa­rão de ser utilizadas e descartadas no meio ambiente.

Com as melhorias, a capa­cidade do pronto-socorro sal­tará dos atuais 22 mil atendimentos mensais para 32 mil.

A instituição atende mais de 50 operadoras de planos de saúde. Porém, com as inau­gurações, a expectativa é atrair novos clientes. “Nossa prospecção é valorar os serviços atualmente prestados às ope­radoras e, ao mesmo tempo, buscar novos contratos”, afirmou Walendy, destacando que a Santa Casa deve retomar no próximo dia 1º as vendas de seu próprio plano de saúde, que estavam suspensas devido às obras.

PREFEITURA

Walendy revelou que a Santa Casa iniciou negociação com a Prefeitura de Mauá a fim de retomar o convênio para pres­tar atendimento aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) nas áreas de maternidade e saúde da mulher. Santa Casa e prefeitura mantinham parceria desde 2009, mas o atendimento foi interrompido em setembro do ano passado.

“Agora que a situação po­lítica está estabilizada, estamos aguardando a prefeitura pagar o que nos deve para que a gente possa definir um novo plano de trabalho, pelo período de 12 meses, para ter tranquilidade jurídica”, disse Walendy. Segundo o superin­tendente, a prefeitura deve R$ 1,1 milhão à Santa Casa.

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