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Saiba quem precisa trocar o bilhete único em SP

A partir da próxima terça-feira, dia 1º de outubro, os cartões da modalidade comum do bilhete único de São Paulo de tecnologia antiga não vão poder abrigar saldo superior a R$ 43.

Precisarão trocar os bilhetes os usuários detentores de cartões do bilhete único emitidos antes de 2014 e os que não são personalizados (anônimos), com créditos excedentes a R$ 43 do tipo comum. Na parte de trás do bilhete, há a especificação dos modelos do cartão. Entre os que devem ser trocados estão os modelos de cartões Classic 1K, códigos 52 e 59; II – Cartão Plus 4K, código 110. O usuário tem até segunda-feira, 30, para utilizá-los. A troca tem o objetivo combater fraudes na utilização do bilhete único.

Após esse período haverá bloqueio dos créditos do tipo comum caso o valor seja superior a R$ 43 nessa carteira. Para reavê-los será preciso se cadastrar no site bilheteunico.sptrans com.br e, após conclusão e aprovação da foto, retirar o novo cartão personalizado em um dos terminais de ônibus municipais. Em 72 horas, o munícipe poderá fazer a restauração dos créditos remanescentes. Caso não entregue o cartão antigo, será cobrada uma taxa de R$ 30,10, equivalente a sete tarifas.

Não haverá bloqueio do cartão, mas dos créditos do tipo comum. Por exemplo, caso o munícipe tenha crédito comum excedente a R$ 43 e vale-transporte no mesmo cartão, poderá continuar utilizando os créditos de vale-transporte normalmente.

Como trocar o bilhete?

O passageiro que tem bilhete único comum emitido antes de 2014 ou anônimo deve entrar no site da São Paulo Transporte (SPTrans) e se cadastrar enviando uma foto. É necessário preencher uma série de dados. O link é http://sptrans.com.br.

Confirmado o cadastro, o passageiro deve ir ao posto da SPTrans com o cartão antigo e documento oficial com foto, como Registro Geral (RG) ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

O saldo do bilhete antigo só vai estar disponível no novo depois de 72 horas, quando o passageiro deve voltar ao posto e validar.

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