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Reunião com empresários de Jadson termina sem acordo

A tentativa do Corinthians de trazer Jadson de volta ao clube ganhou mais um capítulo ontem (27). Por ora, sem final feliz. A reunião entre o clube alvinegro e representantes do atleta terminou sem definição.

De acordo com pessoas próximas ao jogador, alguns pontos ainda emperram o retorno do meio-campista ao Corinthians. O maior deles é o tempo de contrato: o clube fez proposta de dois anos, enquanto Jadson quer três anos de vínculo.

O cenário pode, inclusive, causar divergência nos salários do jogador. Durante a semana, as partes já haviam se acertado quanto aos vencimentos: Jadson receberia o mesmo salário de 2015, R$ 450 mil, além de R$ 3 milhões de luvas diluídas ao longo do contrato.

O jogador de 33 anos ainda tem o Corinthians como plano A porque leva em consideração o desempenho mostrado sobretudo na temporada de 2015. Além disso, desde que rescindiu com os chineses somente o clube paulista fez proposta.

Jadson teve sondagens de Grêmio, Atlético-MG e São Paulo.Foto: Arquivo

O Grêmio mostrou interesse pelo meio-campista, mas o contato parou na sondagem, sem formalização de proposta. Mais dois clubes, São Paulo e Atlético-MG, também procuraram seus representantes, sem avançar nas tratativas.

A contratação de Jadson tem a aprovação do treinador Fábio Carille, que faz planos de utilizar o reforço como meia pelo lado direito, exatamente como o jogador atuou na conquista do Campeonato Brasileiro de 2015.

Sete contratações

Até o momento, o Corinthians oficializou sete con­tratações para esta temporada: o zagueiro Pablo, os volantes Paulo Roberto, Fellipe Bastos e Gabriel, e os atacantes Luidy, Jô e Kazim.

Além dos sete jogadores, o clube tem acerto concretizado com o atacante Willian Pottker, que permanece na Ponte Preta para a disputa do Paulistão e chegará ao clube no Brasileiro.

 

Marlone vê ambiente melhor no alvinegro nesta temporada

 

Além do empenho dos jogadores na disputa por vaga, nota-se no Corinthians clima mais leve  neste início de temporada. Quem atesta são os próprios atletas, segundo Marlone.

“É uma disputa saudável, muito diferente do que acontecia no ano passado. Tenho certeza de que teremos um grande ano pela frente”, afirmou o meia-atacante. “Não que o grupo do ano passado fosse ruim, mas agora está diferente”, acrescentou.

Para o camisa 8, o maior responsável por isso é Fábio Carille. “Ele já conhecia todos atletas, é  parecido com o Tite, conversa com os jogadores”, disse.

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