Esportes, Futebol

Questionado, André Jardine pode perder chance de efetivação no São Paulo em 2019

O nome de André Jardine para o cargo de treinador do São Paulo em 2019 agrada ao presidente do clube, Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco, e também ao diretor de futebol, Raí. Porém, a derrota para o Vasco, time para o qual não perdia desde 2005, em um momento em que o Tricolor dependia apenas de si para chegar a quarta posição, reacendeu a discussão nos bastidores do clube sobre a sua efetivação.

Nos bastidores, alguns conselheiros defendem a vinda de treinador mais renomado. Abel Braga, que deixou o Fluminense em junho e optou por só retornar na próxima temporada, é um dos nomes favoritos.

Para dar a volta por cima, Jardine terá de buscar uma vaga no G4. Hoje, o Tricolor ocupa o quinto lugar com 62 pontos, mesma pontuação do Grêmio, quarto colocado.

A equipe do Morumbi, contudo, perde nos critérios de desempate por ter uma vitória a menos (17 a 16).

O Inter ocupa a terceira posição, com 65 pontos e tem duas vitórias a mais que os são-paulinos (18 a 16).

Buscando implementar um futebol mais agressivo, com um time que dite mais a dinâmica do jogo, Jardine se defende. “É um desafio grande. O São Paulo assumiu o risco de injetar ideias novas, de mudar, sabendo que tem coisas boas e, às vezes, os jogadores demoram um tem­pi­nho para assimilar”, justificou.

“Abraçamos esse risco juntos. Tentamos fazer o trabalho para bater essa meta do G-4. O foco passa a ser vencer os dois próximos jogos, melhorar alguma coisa, especialmente em ideias para atacar”, concluiu.
Certo é que só bom desempenho não garantirá a Jardine a efetivação. Vai ser preciso carimbar também a vaga direta na Libertadores.

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