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Queda de produção de Cueva faz São Paulo ligar sinal de alerta

A temporada de Cueva pode ser dividida em duas. Uma até sofrer estiramento leve na coxa esquerda durante a partida entre Peru e Uruguai, no dia 28 de março, pelas Eliminatórias da Copa. A outra tem cinco jogos pelo São Paulo e três eliminações (no Paulistão, na Copa do Brasil e na Copa Sul-Americana). A queda de rendimento após a lesão pode ser comprovada pelos números e faz o Tricolor ligar o sinal de alerta.

Antes, o jogador era um dos principais nomes do time de Rogério Ceni. Em 11 confrontos, havia marcado sete gols e dado três assistências aos companheiros. Depois, nos mata-matas e na estreia da equipe no Campeonato Brasileiro, no último domingo (14), em derrota por 1 a 0 para o Cruzeiro, Cueva pouco criou, perdeu oportunidades e passou em branco em todos os duelos.

O desempenho de Cueva fez com que o treinador pedisse para a diretoria contratar mais um jogador para a posição. No momento, a opção no elenco é Thomaz, que chegou ao São Paulo em março, após defender o Jorge Wilstermann-BOL. Po­rém, o ex-goleiro espera que os dirigentes consigam trazer mais alguém para o setor. Assim, Cueva poderia dividir a responsabilidade.

No início do ano, o clube chegou a negociar com Everton Ribeiro, do Al Ahli, dos Emirados Árabes. Agora, a diretoria aguarda a movimentação do mercado para ver se há possibilidade de tentar repatriá-lo. Porém, o Flamengo está mais próximo de conseguir o acerto. De qualquer maneira, Ceni e a diretoria ainda acreditam no peruano. A ideia é dar mais atenção ao trabalho de recuperação do camisa 10.

“Se falasse que o Cueva vive seu melhor momento, eu estaria mentindo. Se dissesse que não aposto nele minhas fichas, também estaria mentindo”, comentou Ceni.

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