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Pesquisa com micro e pequenas indústrias aponta queda na expectativa de retomada

Pesquisa com micro e pequenas indústrias aponta recuo da expectativa de retomada
Couri cobra medidas para melhorar competitividade do setor. Foto: Divulgação/Simpi

A 74ª rodada do Indicador de Atividade da Micro e Pequena Indústria de São Paulo, encomendado pelo Sin­dicato da Micro e Pequena Indústria (Simpi) ao Datafo­lha, mostra queda acentuada da “fatia” dos que preveem o final rápido dos efeitos da crise econômica. Para 41% dos entrevistados na pesquisa de abril, a crise é forte, afeta muito os negócios, e não dá para prever quando a economia voltará a crescer. Ape­nas 2% dos empresários acreditam que a crise já passou e não afeta mais os negócios.

Os dados de abril também apontam que o porcentual dos que acreditam que a crise está mais fraca, afeta pouco os ne­gócios e que a economia deve voltar a crescer nos próximos meses caiu para 54%. Em março, o índice era de 60% e em fevereiro, 63%.

O indicador que mede a ava­liação da situação eco­nô­mica do país mostra que su­biu de 42% para 54% entre fevereiro e abril o porcentual de micro e pequenos industriais que ava­liam a conjuntura atual como ruim ou péssima. Apenas 9% a consideram ótima ou boa e 35%, regular.

COMPETITIVIDADE

Para o presidente do Simpi, Joseph Couri, o otimismo com a situação da micro e pequena indústria e do país está cada vez menor. “Em função do cenário apontado pela pesquisa, torna-se cada vez mais necessária a discussão de medidas para dar competitividade às micro e pequenas indústrias, ou seja, regras de igualdade com o restante do mundo”, disse.

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