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Perto de completar 24 anos, Ipred conquista sede própria

Perto de completar 24 anos, Ipred conquista sede própria
Com a presença de autoridades, nova sede do instituto foi inaugurada no último dia 7. Foto: Divulgação/Ipred

O Instituto de Previdência do Servidor Municipal de Diadema (Ipred) vai completar 24 anos em janeiro de 2019 em sede própria. No último dia 7, o Ipred inau­gurou o novo espaço, loca­lizado na Rua Orense, 41, 17º andar (Condomínio D/Office), na região central.

O instituto investiu na sede R$ 6.150.000 para aquisição e adaptação do imóvel, que tem 1.200m². O novo espaço conta com departamentos financeiro, previdenciário e admi­nistrativo, além de sala de perícia médica, assistência social e auditório para 50 pessoas.

Segundo José Sergio Mas­trantonio, diretor superintendente do Ipred, o imóvel passou por diversas ade­quações. “Tivemos de eliminar algumas paredes e construir divisórias. Fizemos adaptações nos ba­nheiros para acessibilidade. Também passaram por mudanças iluminação, rede elétrica, TI (tecnologia da informação). Fizemos pintura, piso e colocamos ar-condicionado. As obras duraram um ano”, pontuou.

O Ipred, órgão pagador de benefícios previdenciários dos servidores do município, tem atualmente 8.931 assegurados, sendo 6.307 ativos, 2.342 aposentados e 282 pensionistas. “Fazemos cerca de 70 atendimentos por dia. A pessoa é funcionária (pública), pede a aposentadoria. Fazemos todos os levantamentos para saber se tem direito ou não, e deferimos o pedido, que pode ser por tempo de serviço ou por invalidez. Todos os trâmites são realizados aqui, inclusive a perícia médica”, afirmou.

FOLHA

Com folha previdenciária de R$ 10.800.000 mês, Mastrantonio afirmou que o instituto mantém situação financeira confortável. “O Ipred é uma autarquia. Recebe repasses da prefeitura, que retém 11% dos salários dos ativos e contribui a parte patronal, perto de 32%, porque tem alíquota e a contribuição suplementar. Posso dizer que o instituto está sadio”, destacou.

Em relação à dívida que a prefeitura tem com o instituto, cerca de R$ 108 milhões e cujo parcelamento foi aprovado pela Câmara em maio, Mastrantonio destacou que a crise econômica pela qual o país passa prejudicou os municípios. “A prefeitura passa por uma situação difícil, ou paga os salários ou paga o ins­tituto. É igual em uma casa, ou paga o plano de saúde ou compra comida. A pessoa vai comprar a comida. Isso é reflexo do país, que chegou ao fundo do poço. Acredito que agora, com o novo go­verno, a situação vai melhorar. Estamos bastante confiantes de que vai acabar com a rouba­lheira’ Hoje ‘cada enxadada que se dá tem uma minhoca’. Acabando com isso, o Brasil tem tudo para ser de primeiro mundo”, pontuou.

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