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Para Taka, é preciso colocar finanças em ordem

Taka: “Acredito ser prematuro iniciar qualquer discussão (sobre o segundo turno)”. Foto: Eberly Laurindo

O empresário e candidato a prefeito de Diadema pelo PSD, Taka Yamauchi, afirmou que se for eleito ao comando da cidade, uma das primeiras ações de sua gestão é colocar as finanças do Paço em ordem.

“Vamos refazer todas as contas. Sei fazê-las, mas sei que apenas administrar bem os recursos da cidade é uma parte do trabalho e não atende por completo às necessidades de Diadema. De imediato temos que tornar Diadema ‘qualificada’ para receber investimentos dos governos do estado e federal, deixando a documentação em ordem, por exemplo”, afirmou.

Para ao postulante, também é preciso fazer intensa interlocução com a iniciativa privada, atraindo mais empresas para a cidade.

Entre suas propostas de governo, o candidato destaca para a Saúde garantir a humanização do atendimento, com a adoção em 100% das Unidades Básicas de Saúde (UBS) e hospitais de padrão de excelência, com a capacitação de gerentes de humanização.

“Vamos implementar o atendimento 24 horas na UBS do Eldorado, reabrir a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Paineiras, construir a UPA Piraporinha, garantir contratação de mais médicos e o fornecimento de medicamentos básicos”, afirmou.

Na educação, o foco será o aumento das vagas nas creches, a preparação do jovem para o mercado de trabalho, a ampliação de cursos profissionalizantes e a capacitação de educadores e demais profissionais da educação, além da potencialização dos recursos tecnológicos em todas as unidades de ensino. Para a habitação, Taka pretende combater o déficit habitacional com a construção de novos conjuntos habitacionais e integrar ações da habitação com estratégias de desenvolvimento urbano, transporte, mobilidade, saneamento e meio ambiente.

Campanha

O PSD tem feito, segundo Taka, campanha com baixíssimos recursos. “Nossos candidatos a vereador, assim como seus apoiadores, uniram-se em torno desse projeto. Temos trabalhado incansavelmente, todos os dias, nas ruas, nas redes, levando nossas propostas. Porém, nas ruas, podemos ver quais candidatos têm mais recursos, seja pela quantidade de material de campanha e carros de som, seja pelo número de ‘voluntários’ disponíveis para trabalhar nas campanhas”, comentou.

“Isso indica, nitidamente, que ali há investimentos, mas o problema é na fiscalização e punição aos excessos. Ainda não chegamos a um modelo que possamos chamar de justo. De cara, aquele que possui mais recursos próprios, do bolso, leva enorme vantagem”, destacou.

Sobre a campanha mais curta, de apenas 45 dias, o pessedista afirmou que as campanhas menores, como a de seu partido, foram prejudicadas. “O novo tempo prejudica campanhas como a minha, que não sou um político profissional, não tenho cargos, nem pertenço a oligarquias políticas. Seria muito bom ter mais tempo para ser conhecido numa cidade de 400 mil habitantes, ainda mais quando se tem recursos escassos, como é nosso caso”, disse.

Sobre possível segundo turno, o PSD mantém o discurso otimista. “Nossa posição é ser coerente na política, seguir nossos objetivos e os de nossos apoiadores. Temos convicção de que estaremos no segundo turno. Mesmo assim, trata-se de outra eleição, de forma que acredito ser prematuro iniciar qualquer discussão”, finalizou.

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