Esportes, Futebol

Palmeiras dá chapéu no rival e assina com zagueiro

Formado no Botafogo, Emerson Santos tem 22 anos. Foto: Divulgação/BotafogoO Palmeiras concluiu a contratação do zagueiro Emerson Santos, do Botafogo. Havia uma acordo com o defensor desde a última semana, mas ontem (15) um vínculo foi assinado. O contrato é de cinco temporadas, mas só terá início em janeiro de 2018. O Corinthians tinha negociações avançadas com o jogador revelado pelo clube ca­rioca, mas acabou superado pelo arquirrival.

Emerson tem 22 anos e disputou somente 13 partidas em 2017. Seu melhor ano pelo time carioca foi o passado, quando foi titular da campanha que classificou a equipe para a Copa Libertadores pelo Campeonato Brasileiro. O atleta disputou 43 jogos e tem um gol marcado. Com o pré-contrato firmado, o jovem se tornou o primeiro reforço palmeirense para a próxima temporada.

No fim de julho, o Corinthians era bastante otimista quanto à contratação de Emerson Santos e falava em fechar negócio em, no máximo, uma semana. Quando Palmeiras e Botafogo se enfrentaram no Engenhão no dia 2 de agosto, no entanto, o cenário começou a virar. O diretor de futebol alviverde, Alexandre Mattos, chamou o zagueiro para uma conversa após o duelo da 18ª rodada do Brasileirão e manifestou o interesse na contratação.

A ação rápida da diretoria palmeirense ajuda no planejamento para 2018, já que o colombiano Yerry Mina deve se transferir para o Barcelona depois da Copa da Rússia.

O jogador ainda não havia completado sete jogos pelo Botafogo no Brasileiro – daí o interesse do Corinthians. Porém, o clube decidiu não avançar nas conversas, pois Pablo está em fase final de recuperação de lesão, assim como Vilson, e por isso a diretoria achou desnecessário se empenhar na contratação de um novo zagueiro.

Acordo

Terminou sem acordo a primeira reunião entre Palmeiras e Felipe Melo para discutir a situação do volante, afastado por Cuca.

No encontro com um dos advogados do jogador, Alexandre Mattos deixou abertas várias possibilidades, como emprestá-lo gratuitamente, facilitar eventual venda e pagar parte dos salários.

Porém, o diretor executivo ouviu do representante que o atleta pretende receber ao menos parte do que tem direito até o final do contrato de três anos pela rescisão. Felipe tem salário superior a R$ 300 mil por mês e ganhava bônus cada vez que entrava em campo.

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