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Namorados vão gastar R$ 208 por presente neste 12 de junho no ABC, mostra pesquisa da Metodista

Dentre os presentes mais procurados estão vestuá­rios (61,3%), perfumes e cosméticos (12,5%), joias e bijuterias (5%). Foto: Divulgação
Dentre os presentes mais procurados estão vestuá­rios (61,3%), perfumes e cosméticos (12,5%), joias e bijuterias (5%). Foto: Divulgação

Levantamento  mostra que a data deve movimentar R$ 69 milhões nos sete municípios da região

O preço médio que consumidores do ABC estão dispostos a pagar por presente neste 12 de junho, Dia dos Namorados, é de R$ 208. Comparado aos R$ 186 re­gistrados na Pesquisa de Intenção de Compras (PIC) do ano passado, houve aumento nominal de 11%. Se consi­derada a inflação acumulada de 12,13% nos últimos 12 meses (até abril), o preço médio ficou praticamente estável.

Conforme a tradicional PIC apurada pela Universidade Metodista de São Paulo, com relação aos gastos planejados para a data (presentes, jantares, passeios, entre outros), os entre­vistados revelaram pretender desembolsar R$ 270. Em comparação com o ano passado, quando o gasto planejado foi de R$ 231, registra-se aumento nominal de cerca de 17%. Considerando a inflação em 12 meses, houve aumento real de 4,2%.

Giro de R$ 69 milhões

Por isso, para a comemoração do próximo Dia dos Namorados, o giro econômico com compra de presentes deverá ser ligeiramente maior que o do ano passado em termos nominais, mas não reais (descontada a inflação). Estima-se que os consumidores dos sete municípios do ABC movimentem em torno de R$ 69 milhões, um aumento nominal de 7,8% em relação a 2021. Quando descontada a inflação dos 12 meses anteriores, o resultado é retração real de 3,8%.

“Um fator explica a queda na projeção de movimentação financeira: a elevação da proporção de quem não vai presentear se elevou cerca de 7,5%”, afirma professor Sandro Maskio, coordenador de Estudos do Laboratório Econômico da Metodista, res­ponsável pelo levantamento.

Segundo Maskio, apesar do baixo desempenho da economia e da lenta recuperação do mercado de trabalho, o aumento do gasto planejado é explicado especialmente pela ampliação das interações sociais nos últimos meses, com o afrouxamento do isolamento social da pandemia de covid-19.

Dentre os presentes mais procurados estão vestuá­rios (61,3%), perfumes e cosméticos (12,5%), joias e bijuterias (5%).

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