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Multivacinação estará em 33 unidades de saúde de S.André

Campanha tem por objetivo a atualização da caderneta no calendário básico de vacinas. Foto: Anderson Pedro/PSA

Santo André integra a Campanha Nacional de Multivacinação que começará na segunda-feira (19) e se estenderá até o dia 30. O público-alvo é composto por menores de 5 anos, além de crianças e adolescentes de 9 a 15 anos incompletos. Ao todo, serão 14 vacinas disponíveis pelo SUS, inclusive contra o HPV (Papilona Vírus Humano) para prevenção do câncer de colo de útero nas meninas. As doses serão administradas, gratuitamente, nas 33 unidades de saúde da rede de atenção básica, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h – os postos também abrirão no dia 24 (sábado).

Na prática, a campanha tem por objetivo a atualização da caderneta no calendário básico, como tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela), hepatite A, rotavírus, pentavalente (difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções) e febre amarela. Outro objetivo é diminuir as taxas de abandono. Não há meta a ser alcançada, uma vez que a campanha será realizada de forma seletiva ao público-alvo.

Nesse caso, é fundamental que os pais ou responsáveis levem a caderneta do filho na unidade de saúde mais próxima da sua casa, para avaliação da equipe de enfermagem. Caso esteja em atraso, a vacinação será atualizada no mesmo momento. Se o documento for perdido ou extraviado, recomenda-se que o responsável procure o posto onde a criança costuma tomar as vacinas e solicitar uma segunda via.

Poliomielite 

Além das vacinas de rotina, a Vigilância Epidemiológica de Santo André receberá 10 mil doses da VOP (Vacina Oral Poliomielite) bivalente – que protege contra a paralisia infantil. Em abril, o Ministério da Saúde recolheu a VOP trivalente em todo o território nacional. As mudanças estão de acordo ao plano global de erradicação da poliomielite no mundo, ou seja, que prevê a redução gradual das vacinas orais da doença.

Desde 1989, o Ministério da Saúde não registra casos de paralisia infantil. No entanto, a imunização se faz necessária como forma de prevenção da doença infectocontagiosa grave causada pelo poliovírus.

HPV 

Com cobertura ainda não adequada de crianças mais velhas e adolescentes, público mais resistente a procurar serviços da saúde, a campanha também busca a imunização de meninas entre 9 e 15 anos incompletos contra o HPV – com a mudança, agora, são necessárias somente duas doses (antes eram três), com intervalo de três meses. A partir deste ano, todas as meninas de 9 anos serão imunizadas na rotina do calendário vacinal.

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