Mauá, Sua região

Mauá adquire medicamentos para reabastecer a rede municipal

Marcelo Oliveira: Itens como fluoxetina, em falta desde 2020, já estão disponíveis. Foto: Divulgação/PMM
Marcelo Oliveira: Itens como fluoxetina, em falta desde 2020, já estão disponíveis. Foto: Divulgação/PMM

Mauá  começou a receber remédios que estavam há tempos longe das prateleiras da rede de saúde municipal como, por exemplo, psicotrópicos de dispensação, sujeitos a controle especial. A remessa inclui fluoxetina e levomepromazina, fora do estoque desde o ano passado, e muito requisitados.

A lista traz ainda tramadol, indisponível desde meados  do ano passado, ácido valproico e sertralina. “Em breve, novos produtos devem chegar para reabastecer as farmácias das unidades de saúde. É o trabalho que a gente vem realizando com responsabilidade dando resultado”, afirmou o prefeito Marcelo Oliveira, que esteve na UBS Zaíra 2.

Usuário de tramadol, o aposentado Manoel Aparecido da Silva, 61 anos, compareceu nesta sexta (16) à UBS Zaíra 2 tão logo soube que o medicamento havia chegado. “Tenho artrose e problemas nos rins. Estava esperando havia mais de um ano. Agora, felizmente, não vou precisar gastar com remédio substituto”, afirmou.

Segundo a prefeitura, ao assumir o governo em janeiro,  se deparou com a falta de contratos vigentes de medicamentos e de insumos. “Diante desse quadro foi preciso dar andamento aos trâmites licitatórios para adquirir os itens oferecidos nas UPAS (Unidades de Pronto Atendimento), UBSs (Unidades Básicas de Saúde), CRS (Centro de Referência em Saúde) e CAPS (Centros de Atenção Psicossocial)”, afirmou.

Além dos processos de compras em órgãos públicos serem burocráticos e lentos, a pandemia teve reflexos na produção e na comercialização de remédios. Em março, no auge da covid no país, segundo a prefeitura, o município encontrou dificuldades para adquirir medicamentos do kit intubação, entre eles o midazolan. Também enfrentou contratempos para achar carbonato de lítio e clomipramina (para distúrbios de humor e depressão). A solução foi a compra emergencial desses e outros produtos. Atualmente, dos 296 itens utilizados na rede, 199 estão disponíveis.

 

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