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‘Martelo está batido sobre GP Brasil’, diz diretor de projeto da F-1 no Rio

O diretor executivo da hol­ding Rio Motorsports, JR Perei­ra, disse em entrevista exclusiva ao Estado que o Rio está perto de ser confirmado como sede do GP Brasil de Fórmula 1 a partir de 2021 – o acordo da categori­a com São Paulo acaba em 2020.

O responsável pela empresa que elaborou o projeto de cons­trução do novo autódromo ca­rio­ca, em Deodoro, na capital fluminense, afirmou que a cidade vai vencer a concorrência com São Paulo por oferecer condições mais lucrativas aos donos da Fórmula 1.

De acordo com JR Pereira, o maior trunfo do Rio é a confiança em conseguir pagar à F-1 a taxa anual de promoção, a promoter fee, de US$ 35 mi­lhões (cerca de R$ 130 milhões). A candidatura se respalda no apoio público do presidente Jair Bolsonaro e em um contrato assinado com a promessa de que, até novembro, a exclusividade nas negociações é com o Rio.

São Paulo também se considera em fase avançada de conversa com a categoria. O promotor do GP do Brasil, Ta­mas Rohonyi, disse que, por cláusulas de confidencialidade, não pode comentar sobre as finanças da prova. Porém, garante que, durante reunião realizada em junho, o chefe da F-1, Chase Carey, e o governador João Do­ria deixaram alinhada a renovação. “Ficou acordada a extensão do contrato até 2030 e as negociações estão em curso”, disse.

Em nota enviada à reportagem, a Prefeitura de São Paulo afirmou que tem mantido conversas com a F-1 para renovar contrato. “O prazo dado para término das negociações é o final de novembro deste ano”, diz o texto. A data limite, segundo a prefeitura, foi apresentada por Rohonyi. Novembro, aliás, coincide com outro prazo. Os responsáveis pelo projeto do autódromo carioca assinaram com a F-1 a exclusividade nas negociações pelo GP do Brasil, condição que vai justamente até novembro.

HUNGRIA

Em dia de chuva em Budapeste, o inglês Lewis Hamilton foi o mais veloz de ontem (2) nos primeiros treinos livres do GP da Hungria. O piloto da Mercedes registrou a melhor marca do dia ainda na primeira sessão porque o mau tempo atrapalhou o desempenho dos pilotos no segundo treino.

A chuva tornou a primeira sessão do dia referência para avaliar o equilíbrio de forças entre os pilotos e as equipes neste início de fim de semana em Budapeste. Em Hungaroring, o britânico dominou com o tempo de 1min17s233. Foi o piloto a dar mais voltas na sessão: 41.

Quem mais se aproximou de Hamilton foi Max Verstappen. O holandês da Red Bull vem embalado por duas vitórias nas últimas três corridas, incluindo o GP da Alemanha, no domingo passado, e ficou na segunda posição com 1min17s398. Teve, assim, vantagem mínima, de apenas 0s001, para o terceiro colocado, o alemão Sebastian Vettel, da Ferrari.

 

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