Mauá, Política-ABC, Sua região

Lideranças políticas se solidarizam com Vanessa Damo

O episódio de violência doméstica relatado pela ex-deputada estadual Vanessa Damo (PMDB), que registrou boletim de ocorrência contra o marido, José Carlos Orosco Junior, ex-secretário de Obras e presidente municipal do PMDB de Mauá, está sendo acompanhado por lideranças do partido e de outras legendas. O presidente estadual do PMDB, deputado Baleia Rossi, emitiu nota em que se solidariza com a correligionária.

“Em primeiro lugar, oferecemos nossa total solidariedade e afeto à deputada Vanessa Damo, que é também presidente do PMDB Mulher em São Paulo. Apoiamos a ação e a investigação rigorosa da polícia. As conclusões vão balizar providências a serem tomadas por nossas instâncias partidárias”, diz a nota.

A vice-presidente estadual do PMDB Mulher e vereadora de Rio Claro, Maria do Carmo Guilherme, destacou que todas as mulheres do partido estão solidárias a Vanessa, suas filhas e sua mãe, Alaíde Damo (vice-prefeita de Mauá), e aguardam que providências sejam tomadas. “Pedimos ao deputado Baleia Rossi, nosso presidente estadual, que o caso seja acompanhado e tudo seja feito de acordo com o regimento”, declarou. A ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres e presidente Nacional do PMDB Mulher, Fátima Pelaes, deve redigir nos próximos dias uma carta aberta também de apoio à ex-deputada.

O PSB Mulher emitiu carta aberta de repúdio à violência sofrida por Vanessa. “O caso informado por ela às autoridades mostra a face de um homem cruel e sádico que se aproveitou de momentos de fraqueza para exercer superioridade e humilhá-la de forma covarde. A ex-deputada, inclusive, solicita que Júnior Orosco, como é conhecido, seja enquadrado na Lei Maria da Penha e tenha a prisão preventiva decretada”, diz o texto.

A carta, que é assinada pela secretária estadual de Mulheres do PSB/SP, Vanessa Damo registrou boletim de ocorrência contra o marido. Foto: Eberly Laurindo, pede que Orosco seja destituído da presidência municipal do PMDB. “Reforço que a união e solidariedade entre as mulheres são o melhor caminho de garantir que a Justiça seja feita e que casos como esse, tão comuns nas nossas Marias, Joanas, Clarices e Vanessas, não se repitam. A violência doméstica é que mais mata mulheres no mundo. Não podemos aceitar nenhum arranhão, nem um tapinha.”

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