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Lauro Michels dá tom político em lançamento de programa

Lauro Michels dá tom político em lançamento de programa
Michels: “hoje, as pessoas só veem defeitos”. Foto: PMD

O prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), afirmou nesta sexta-feira (4), durante lançamento do programa É Claro que Fica, que estava quieto, mas não vai levar a fama de ladrão sem ser. Com críticas contundentes às gestões anteriores, disse que em Diadema “ladrão tem no­­me e sobrenome”.

“Estamos fazendo um go­verno limpo. Sem corrupção e mácula. Um governo que todos os governantes têm de fazer, porque é obrigação não ter corrupção. Quero que peguem o meu passado e meu presente. Não vou levar a fama de ladrão sem ser. Porque ladrão tem nome e sobrenome nesta cidade. Que largou tudo arrebentado de muitos anos”, pontuou.

Michels destacou que os munícipes esquecem como estava a cidade quando assumiu a prefeitura, e que se for necessário vai às ruas para relembrar o povo. “Hoje, as pessoas acreditam que todo político é igual, mas vão procurar se o Lauro tem algum envolvimento em corrupção. Agora, vai pegar de quem administrou aqui antes e ver o tamanho da malandragem e de roubalheira. É isso que as pessoas têm de ver. Se eu tiver de ir para a rua lembrar as pessoas de como estava e como vai ficar, vou de novo.”

O verde relembrou que pegou a prefeitura com R$ 2,5 bi­lhões em dívidas e que já resolveu a da Saned, de R$ 1,5 bilhão.“As pessoas esquecem que assaltaram a prefeitura com a Saned e com a ETCD. Hoje, as pessoas só veem os defeitos. Esquecem que tinha uma economia boa e que o Brasil está afundado nessa miséria, hoje, por causa de uma política malfeita. As pessoas esquecem que teve um prefeito da Lava Jato”, afirmou.

CIDADE FALIDA

Michels destacou os avanços da cidade, como os programas de manutenção e o Plano de Desenvolvimento Econômico. “Tem programa de manutenção na rua. Já chegaram 96 novas empresas em Diadema só com o plano de desenvolvimento econômico que fizemos agora. Então, estou aqui para dar um tapa na cara de quem fica falando que Diadema está falida. Pegamos falida. Continua falida, mas com pouco estamos admi­nistrando de forma consciente e coerente e está aqui, moder­nização, parque reformado, praça feita. Escola e creche entregue. O que dá para fazer, estou fazendo”, ressaltou.

Lauro voltou a falar que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) desconhece a realidade de Dia­dema, em especial ao do Hospital Municipal, que já teve até ordem de despejo decretada. “Esse hospital o governo federal tinha de mandar recursos e, pelo contrário, manda um carnê para pagar R$ 500 mil por um prédio velho todo mês. Agora, depois de muita briga, baixaram para R$ 100 mil. A cidade paga aluguel para atender a saúde pública. É uma vergonha nacional. O Bolsonaro tem de saber disso.”

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