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Incêndio em fábrica de Diadema deixa 13 feridos

Chegada rápida dos bombeiros evitou que o fogo alastrasse. Foto: Eberly Laurindo

A Imã Aerossóis, empresa do ramo de envase de aerossóis, líquidos e sprays, localizada na rua Emir Macedo Nogueira, no bairro Casa Grande, em Diadema, pegou fogo na manhã de ontem (29). O incêndio teve início por volta das 10 horas. Segundo a Prefeitura de Diadema, funcionários operavam uma empilhadeira próximo à área de reciclagem, onde teve início o incêndio e, consequentemente, a explosão.

A Secretaria de Defesa Social se deslocou até o local para auxiliar no atendimento à ocorrência. Atuaram na ocorrência 25 viaturas e mais de 70 oficiais do Corpo de Bombeiros. Segundo o major Eduardo Drigo da Silva, além do fogo, houve série de pequenas explosões. O sistema de hidrantes da empresa não funcionou.

“O fogo foi muito grande. No momento, já está controlado, confinado, e assim que for extinto vamos partir para o trabalho de rescaldo”, relatou, por volta das 12h30. O oficial destacou que a chegada rápida dos bombeiros evitou que o fogo se espalhasse para outros imóveis vizinhos ao que foi atingido pelo incêndio. Uma empresa de bobinas de papel é vizinha à que estava em chamas.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, os feridos foram socorridos para hospitais da cidade: um para o pronto-socorro do Hospital Municipal; cinco vítimas para o pronto-socorro do Hospital Serraria; três para o pronto socorro do Hospital São Lucas e quatro foram atendidas no local.

Em entrevista à Agência Brasil, o funcionário da fábrica Alex Sandro Nunes, que trabalha no almoxarifado, contou que, assim que começou o fogo, ele e os colegas saíram rapidamente. A empresa não divulgou nenhuma nota e a reportagem do Diário Regional não conseguiu contato pelos telefones que constam no site.

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) divulgou nota informando que “a Agência Ambiental do ABC II, foi acionada por conta de incêndio em uma empresa em Diadema e enviou uma técnica para o local. Essa empresa solicitou uma licença ambiental prévia de instalação em abril de 2016, mas ainda não a obteve, pois a CETESB pediu documentos complementares, que ainda não foram apresentados”.

A prefeitura informou que em 1 de julho de 2016, a empresa entrou com pedido de alvará de funcionamento. Em 29 de agosto, a administração municipal emitiu “Comunique-se” condicionando o início das atividades após apresentação de documentos emitidos pelo Corpo de Bombeiros (AVCBC), Vigilância Sanitária e Cetesb. A nota não esclarece se a documentação solicitada foi apresentada.

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