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Gui Agustini, galã do filme nacional ‘Solteira Quase Surtando’, participa de novos projetos internacionais

Ator, cineasta e modelo, Gui alavanca a carreira em momento pós-pandemia, exibindo dois de seus curtas autorais em festivais de cinema americanos Foto Kristen Hoerbermann
Ator, cineasta e modelo, Gui alavanca a carreira em momento pós-pandemia, exibindo dois de seus curtas autorais em festivais de cinema americanos. Foto: Kristen Hoerbermann

Quando uma porta se fecha, outras se abrem. Assim foi com Gui Agustini, galã do longa-nacional “Solteira Quase Surtando”, que sentiu a pandemia impactar além de tudo, a estreia do filme, lançado nos cinemas na primeira semana da quarentena. Porém, diferente do que se possa pensar, o momento trouxe novas oportunidades ao ex-tenista e atual ator, dublador e cineasta. Gui mudou-se para Los Angeles e voltou a alavancar a carreira internacional. Com alguns curtas sendo exibidos nos principais festivais de cinema americanos, o artista se dedica atualmente a trabalhos de escala hollywoodiana ao lado de nomes como Hugh Jackman e Tommy Lee Jones.

Recém radicado em Los Angeles, Gui revela estar onde sempre quis. Em outubro, exibiu seu mais recente curta no Los Angeles Brazilian Film Festival (LABRFF), chamado “iara” que é baseado no folclore brasileiro, mas foi gravado em Nova York. Em seguida, o curta será exibido até dia 5 de Novembro no Orlando Film Festival: “é um dos maiores festivais da Flórida e bem conceituado em todo país. Um dos mais especiais para mim, e meu favorito. Muita gratidão por estar participando pelo meu terceiro ano consecutivo”, conta Gui. Ainda em seus projetos pessoais, o curta premiadíssimo “Roses Are Blind” fez parte do Fort Myers Film Festival, também na Flórida.

Impulsionando os trabalhos em Hollywood, o ator emprestará sua voz ao novo filme do astro de “Wolverine”, Hugh Jackman, em projeto da Warner Bros. Voltando às suas raízes hispanas mais uma vez, Gui também mostrará sua versatilidade dublando Tommy Lee Jones em “The ComebackTrail”, desta vez em espanhol. E para fechar seu primeiro mês morando na cidade dos anjos, o brasileiro atuará em “INSIDE”, peça de teatro imersiva de Halloween, dirigida por Justin Fix. Esse grupo de teatro imersivo tem sido a principal referência em Los Angeles para o entretenimento de Halloween nos últimos cinco anos, com fãs como Will Smith, Anna Kendrick, Olivia Wilde e John Legend. Um elenco de 15 atores dará vida a contos curtos e assustadores durante o tour. “Como uma homenagem ao terror e todos os encantos, emoções e arrepios do feriado americano do Dia das Bruxas, INSIDE é uma casa mal-assombrada vivida de fora”, conta Gui.

Planos para o futuro:

A frente de sua vontade de ampliar a carreira no Brasil, Gui tem a visão de que está só começando no mundo da arte, apesar da carreira extensa no exterior. O ator conta um pouco sobre seus planos e sonhos para o futuro: “Meus sonhos e ambições são grandes. Quero interpretar um personagem principal em uma série americana de sucesso, criar um longa-metragem independente, como ator e diretor, que faça parte dos grandes festivais como Tribeca e Sundance, e participar de filmes ou seriados com monstros do craft, principalmente aqueles quem sempre admirei muito”.

Devido a pandemia, o ator viu o segmento das artes se desestruturar, principalmente após a morte de seu pai, duas semanas após a paralisação dos cinemas nacionais. “Eu vi a minha vida mudar em todos os aspectos. Passei 5 meses em Campinas com a minha mãe lidando com o luto e deixei toda a minha carreira de lado” conta sobre as dificuldades deste período. Agora morando em Los Angeles, o principal plano é impulsionar sua carreira.

“Eu estou confiante na minha mudança e recomeço. Não tenho grandes expectativas para este ano mas sou um otimista e farei tudo ao meu alcance junto à minha equipe para continuar trabalhando e criando. Continuo aceitando a dificuldade e delicadeza da situação global e só penso naquilo que posso controlar. Meu objetivo é estar o mais preparado possível para as novas demandas do mercado; com os olhos em 2021”, finaliza sobre as expectativas para o futuro.

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