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Fundo Social de Solidariedade de Diadema capacita cerca de 100 pessoas para o mercado de trabalho

O Fundo Social de Solidariedade de Diadema formou, nesta segunda-feira (30), 20 alunos da Escola de Construção Civil. A cerimônia para entrega de certificados ocorreu no auditório do Paço Municipal.

A prefeitura retomou as atividades do Fundo Social de Solidariedade em 2014, e os cursos proporcionam desde a oportunidade de geração de renda até a recolocação no mercado de trabalho.

“Esse resultado é uma somatória de esforços de muita gente. Acreditamos que quando as pessoas querem, têm propósitos e acreditam, elas conseguem. O Fundo Social não recebe repasse financeiro da Prefeitura de Diadema. Desde a retomada, conseguimos manter as turmas sempre cheias, mesmo com todas as dificuldades e graças ao trabalho de toda equipe e voluntários”, destacou a primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade de Diadema, Caroline Rocha. “Nesse tempo, ouvimos diversos relatos gratificantes. Hoje, muitas pessoas que passaram por aqui já estão com o seu próprio negócio. O Fundo Social tem esse poder de incentivar sonhos”, completou.

Na última sexta-feira, o FSS também formou cerca de 80 alunos dos cursos de Assistente de Cabeleireiro, Depilação e Design de Sobrancelhas, Manicure e Pedicure, Maquiagem, Modelagem, Corte e Costura.

Para Roberto Pirineti, fazer o curso de Corte e Costura foi desafiador por ser o único homem na turma. Roberto é figurinista e enxergou no curso a chance de criar as peças além de só customizar. “O curso é uma janela de oportunidade. É possível se profissionalizar. Estou muito orgulhoso por produzir minhas próprias peças. Além disso, fiquei super emocionado em usar minha mãe como minha modelo”, pontuou.

Amanda de Andrade Souza procurou um curso que permitisse conciliar a maternidade com um trabalho e, também, usou a mãe como modelo para retribuir o incentivo. “Minha mãe investiu bastante para eu participar desse curso. Ela ficou com o meu bebê. Por isso, eu quis honrar a vida dela fazendo as peças para ela. Cheguei em casa com o vestido que tinha feito, pedi para ela fechar os olhos e falei que tinha algo para experimentar nela. Pedi para que ela fosse até ao espelho e quando abriu os olhos, emocionada, disse ‘é um vestido’. Foi muito gratificante porque conseguimos realizar juntas esse curso”, afirmou.

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