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Família&Finanças: Quanto custa um filho?

Família & Finanças
Sérgio Biagioni Junior

Por Sérgio Biagioni Junior

Caro(a) leitor(a), a decisão de ter um filho é o ato de assumir uma responsabilidade com alguém que ainda não chegou e que, seguindo a ordem natural da vida, estará conosco até nossa partida deste mundo.

Evidentemente, existem diversas maneiras de analisar a maravilhosa chegada de um bebê. Porém, seguindo o propósito desta coluna, nós nos orientaremos pela questão financeira.

Sempre que um casal decide ter um filho ou quando o bebê chega inesperadamente, a primeira ação dos pais é fazer contas – que vão desde o gasto com fraldas e vacinas, passando pelas infindáveis latas de leite em pó, roupas, pelo plano de saúde, chegando à escola e à faculdade, sem contar os gastos com curso de inglês, natação, entre outros.

Planejar o futuro financeiro familiar contando com a chegada de um filho é de suma importância para o casal, além de fazer parte da responsabilidade assumida quando se toma a decisão de ter uma criança.

Atualmente, é próximo dos 30 anos de idade que os filhos têm deixado a casa dos pais e passado a “voar” sozinhos. Isso mesmo, somente com 30 anos! Então, seu planejamento financeiro deve contabilizar, minimamente, despesas e investimentos para os próximos 23 anos.

Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Vendas e Trade Marketing (Invent), o custo estimado para criar um filho até os 23 anos pode ultrapassar a casa dos R$ 2 milhões – sem dúvida, uma cifra extremamente representativa na vida de qualquer família brasileira, independentemente do nível social e financeiro.

Porém, os custos tornam-se mais pesados a partir dos quatro anos de idade. Nesta fase começam as despesas com escola, material didático e cursos extracurriculares. Não se pode deixar de lado, claro, as vontades que as crianças já têm nessa idade, como ter a fantasia de seu herói preferido, aquele brinquedo visto na propaganda de TV ou ainda o título de videogame que acabou de ser lançado.

Além disto, as crianças atuais estão completamente ligadas e adaptadas aos smartphones e tablets, encarecendo e adicionando despesas ao planejamento financeiro necessário.

Outra situação muito comum nos dias atuais é que a mensalidade da faculdade passou a ser um custo dos pais. Portanto, registre e considere um valor específico para garantir a formação superior de seu “bebezinho”.

Planejamento financeiro e consulta a especialistas em finanças podem lhe ajudar a acumular e reservar o capital necessário para superar esse período com tranquilidade, tendo a certeza de honrar com todas as despesas.

Se você ficou com alguma dúvida em relação ao assunto, envie uma mensagem que te explico. Meu e-mail é o falandofacil123@gmail.com e meu site é o www.sergiobiagioni.com.br.

Sérgio Biagioni Junior é planejador financeiro pessoal, certificado pela CEA-Anbima. É formado em Administração de Empresas, pós-graduado em Banking, MBA em Controladoria e Custos e pós-graduado na PUC-RS em Planejamento Financeiro e Finanças Comportamentais.

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