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Estado e Consórcio ABC debatem obras de drenagem e resíduos sólidos

Estado e Consórcio ABC debatem obras de drenagem
Reunião ocorreu na sede da Secretaria Estadual de Infraestrutura e Meio Ambiente, em São Paulo. Foto: Divulgação/Consórcio ABC

O secretário estadual de Infraestrutura e Meio Ambiente, Marcos Penido, recebeu nesta quarta-feira (12), o presidente do Consórcio Intermunicipal do ABC e prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão, para debater o andamento da cons­trução do Piscinão Jaboticabal e o projeto para a instalação de Usina de Recuperação Energética (URE) na região. A reunião ocorreu na sede da pasta esta­dual, em São Paulo.

Com relação ao reservatório Jaboticabal, demanda histórica da região, o secretário estadual informou que o processo entrou na fase de habilitação, em que são verificados os requisitos dos interessados e dos documentos exigidos. A obra é apontada por estudo elaborado pelo Consórcio ABC como o principal empreendimento de combate às enchentes na região. “O piscinão Jaboticabal é um equipamento fundamental para a drenagem urbana do ABC, pois é uma obra com impacto regional”, afirmou Maranhão.

USINA

Prevista para ser construída em Mauá, a usina terá sua autorização de licença debatida pelo Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema), no próximo mês. “Esperamos aprovar na próxima reunião do Consema (Conselho Estadual do Meio Ambiente) a licença para a construção da usina. Estamos quebrando esse paradigma, porque não basta ter aterro controlado, não podemos mais jogar dinheiro no lixo”, destacou Penido.

A iniciativa está sendo desenvolvida pela Central de Tratamento de Resíduos Lara, detentora de aterro sanitário privado localizado em Mauá e que também recebe os resíduos sólidos de São Bernardo, São Caetano, Diadema; Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra.

Segundo o projeto, a usina utilizará área de 90 mil metros quadrados dentro do aterro da Lara, receberá investimento 100% privado, de R$ 900 mi­lhões, na construção e terá capacidade para gerar 80 megawatts por hora, o que, de acordo com a empresa, seria capaz de abastecer energeticamente 250 mil residências. “Cerca de 70% do lixo orgânico é formado por água que pode ser reaprovei­tada para a geração de energia”, explicou Penido.

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