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São Paulo terá retomada econômica com respaldo científico e diálogo com empresariado, diz Doria

SP terá retomada econômica com respaldo científico e diálogo com empresariado
Doria: “os critérios daquilo que virá a partir do dia 11 serão diferenciados e de acordo com dados científicos”. Foto: Governo do Estado de SP

O governador João Doria disse nesta quarta-feira (22) que as propostas dos setores produtivos para a reabertura gradual de comércios e serviços não essenciais serão submetidas à análise do Centro de Contingência do coronavírus de São Paulo. Reforçou a manutenção permanente do diálogo com os setores produtivos e empresariais, mas frisou que as atuais regras da quarentena só serão alteradas de forma heterogênea a partir de 11 de maio.

“Até o dia 10 de maio, não haverá nenhuma alteração na quarentena. Os critérios daquilo que virá a partir do dia 11 serão diferenciados e de acordo com dados científicos apurados em cada cidade e pelas regiões do estado”, afirmou Doria. “Definiremos gradualmente os protocolos para essa volta responsável e segura à normalidade econômica, mas protegendo vidas”, acrescentou.

O governador destacou que, apesar das medidas de restrição adotadas em São Paulo desde março, 74% de toda a estrutura econômica do estado se mantém ativa. A quarentena não atinge setores como indústria, agronegócio, construção civil, telecomunicações e energia, entre outros.

A evolução do contágio e a disponibilidade de leitos hospitalares serão critérios básicos para definir possíveis alterações regionalizadas e setoriais na quarentena. A partir desse mapeamento, a estratégia de reabertura poderá ser orientada de formas distintas, de acordo com o impacto do covid-19 em diferentes regiões e da adoção de regras sanitárias rígidas em estabelecimentos com menor capacidade de fluxo de clientes.

Os novos protocolos serão discutidos por uma equipe de economistas e depois apresentados a médicos e especialistas do Centro de Contingência do coronavírus, que irão aprovar ou vetar as alterações segundo estatísticas de número de doentes com covid-19 e a capacidade de atendimento de saúde em diferentes regiões.

 

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3 Comentários

  1. Pedro Danona

    Eu vou continuar em quarentena.

  2. Regina Bollanos

    Minhas filhas não voltam para a escola enquanto eu não tiver segurança que estarão seguras. A vida delas é mais importante que o ano letivo.
    Meu avó dizia “Nunca espere que um governo vai cuidar de sua família. Cada um que cuide da sua”.

  3. O retorno tem que seguir as recomendações da ciência. Não adianta tentar voltar sem critérios de segurança e depois ter que parar novamente porque morreram milhares, com aconteceu com Milão.

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