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Escola estadual de Diadema aborda os direitos das mulheres

Objetivo do projeto é conscientizar sobre a necessidade da igualdade de direitos entre os gêneros na sociedade. Foto: DivulgaçãoTornar a sociedade consciente dos problemas do machismo no dia a dia é possível. Melhor ainda quando a mudança começa nas escolas, onde os cidadãos começam a ser formados. É o caso da Escola Estadual Professor Evandro Caiafa Esquivel, em Diadema. Lá, o projeto “Os Direitos da Mulher” foi desenvolvido ao longo do primeiro semestre, envolvendo todos os professores e alunos da unidade. O objetivo é conscientizar sobre a necessidade da igualdade de direitos entre os gêneros na sociedade.

Os professores fizeram um levantamento de algumas áreas nas quais a diferença entre homens e mulheres é mais comum, como o salário, a dupla jornada feminina e a violência contra mulher. A partir disso, os alunos escolheram os temas que gostariam de pesquisar. As pesquisas resultaram em trabalhos como peças teatrais, musicais, jograis, exposição de fotos e produção de vídeos. O grêmio estudantil da escola produziu um vídeo sobre a desigualdade e ajudou os professores na coordenação do projeto nos três períodos diários.

“O projeto repercutiu de forma importante em relação à conscientização sobre o tema abordado. A avaliação feita junto com alunos, professores e gestores demonstrou que esse foi um projeto de interesse social que deve ser aprofundado nos próximos eventos da escola”, comemora a professora-coordenadora da unidade, Suzi Silva.

HeforShe

Na cidade de Bebedouro, no interior do Estado, alunos da Escola Estadual Abilio Manoel criaram o clube HeforShe e organizaram trabalhos que exaltam a igualdade de gênero. HeforShe é uma ação organizada pela ONU Mulheres que incentiva a assinatura de um compromisso pela promoção pela igualdade de gênero, compromisso já assumido pelos integrantes do clube.

O clube foi criado no início deste ano por estudantes em parceria com o ativista Arthur Fachini, voluntário da escola. No primeiro semestre, o clube teve 23 participantes, entre meninos e meninas. Os alunos organizaram um projeto e distribuíram cartazes pela escola para incentivar o empoderamento feminino e eliminar os estereótipos e preconceitos.

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