Economia, Família & finanças

Equilíbrio financeiro e saúde emocional

Quem nunca ouviu aquela famosa frase do economista, professor e ex-político brasileiro António Defim Netto, que diz: “A parte mais sensível do corpo humano é o bolso”?

Você pode e tem total direito de não concordar com a frase. Porém, com certeza, todas as vezes que “mexem” em seu bolso ou suas finanças se desequilibram você fica preocupado, estressado, ansioso, perde noites de sono, sem contar a enxaqueca, as dores de estomago e a tensão muscular terrível.

Portanto, inevitavelmente temos uma relação bem forte com este “meio de pagamento” chamado dinheiro, chegando ao ponto de desencadear vários problemas físicos e mentais sempre que nossas economias saem dos eixos.

Porém, dinheiro é necessário e está presente desde o primeiro dia de nossas vidas até nosso último suspiro. Por isso, precisamos aprender a lidar com as várias turbulências que ocorrem durante esta “viagem”, ou seja, precisamos manter relação saudável com o dinheiro.

O que eu quero dizer com isto?

Ora, para manter a boa saúde do corpo e da mente é necessário ter bons hábitos de alimentação, prática de esporte e momentos de lazer. No universo financeiro segue-se o mesmo preceito, ou seja, precisamos ter bons hábitos financeiros.

Quais são alguns destes “hábitos financeiros”?

Ser financeiramente organizado, estabelecer prioridades de consumo, separar dinheiro para momentos de lazer, poupar sempre e manter reserva financeira que suporte seis meses de suas despesas fixas mensais.

Assim, provavelmente, sua relação com o dinheiro será mais amigável.
Boa sorte!

Sérgio Biagioni Junior trabalhou mais de 25 anos no
mercado financeiro. É formado em Administração de Empresas, pós-graduado em Banking, tem MBA em Controladoria e Custos e, atualmente, cursa pós-graduação na PUC-RS em Planejamento Financeiro e Finanças Comportamentais.

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