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Em sua sexta Libertadores, Edu Dracena dá lição de malandragem ao Palmeiras

Dracena: “Será um jogo mais de briga do que de técnica”. Foto: Cesar Greco/Agência PalmeirasO zagueiro Edu Dracena sabe como ninguém jogar a Libertadores. Este ano, o defensor vai para sua sexta edição na competição. Para ele, é preciso conhecer atalhos e um pouco de malandragem para poder sair com bons resultados dos jogos.

“Vale todo artifício que tivermos na mão. Se estiver tomando pressão, vamos cair, segurar o jogo, ter calma para cobrar lateral”, explicou o camisa 3 do time alviverde.

“Precisaremos nos adequar ao momento, acelerar ou segurar a bola quando precisar. Saber jogar o jogo. Temos jogadores experientes e vamos mostrar a qualidade de que todos falam Acreditamos que o Palmeiras tem time para fazer uma grande Libertadores”, acrescentou.

O defensor, inclusive, lembrou que sua primeira participação no torneio sul-americano, em 2004, pelo Cruzei­ro, o fez repensar a forma de se portar em campo.

“É um jogo que se joga mais no corpo do que na bola. Queremos mais a bola para jogar e, na Libertadores não é assim”, analisou.

“Foi uma experiência boa (a primeira vez que jogou) e que me fez repensar a maneira em que eu jogava. De ir mais no corpo e depois na bola, saber se posicionar mais, meter a bola para o mato, que é campeonato. São circunstâncias e acontecimentos que te fazem amadurecer mais”, continuou.

Dracena também analisou o Tucumán, adversário de estreia do Palmeiras, amanhã.

“Será um jogo mais de briga do que de técnica. O Tucumán, jogando dentro de casa, agride muito o adversário, marca em cima. Por isso, precisamos ter algumas alternativas”, finalizou.

O título da Libertadores é uma das principais metas do Palmeiras em 2017, segundo Dracena. “Quando você conquista um Brasileiro é bacana, mas continuar conquistando é muito mais difícil. Tem de ralar mais.”

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