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Em live após alta hospitalar, Morando anuncia abertura de 250 leitos do Hospital de Urgência até final do mês

Morando, Carla e os filhos Antonella e Orlandinho, durante live nesta segunda-feira. Foto: Reprodução/Facebook

O prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), recebeu alta hospitalar nesta segunda-feira (5), após ser internado na UTI (unidade de terapia intensiva) dia 29 de março por conta do coronavírus, e fez live com boletim sobre a pandemia na cidade. O município registra 72 casos confirmados e 12 mortes por covid-19.

Morando, que continuará em home care para término do tratamento com antibióticos e suporte de fisioterapia, anunciou que até o final deste mês serão abertos os 250 leitos do Hospital de Urgência, sendo 80 de UTI.

“Quero dar duas notícias importantes. Desde o começo da pandemia apelei por ajuda para equipar o Hospital de Urgência. Da mesma forma que cobrei, quero agradecer ao governador João Doria e ao governo federal, na figura do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), ambos destinaram recursos, o que vai possibilitar termos o Hospital de Urgência funcionando até o final deste mês. Serão ativados 250 novos leitos, sendo 80 de UTI”, destacou.

Segundo Morando, outra boa notícia é que já entrou em reforma a parte de UTI do Hospital Anchieta, que será referência para o tratamento do coronavírus. “No começo de maio teremos mais 20 leitos de UTI no Hospital Anchieta, mais 80 de retaguarda e mais 250 do Hospital de Urgência, totalizando 350 novos leitos, sendo 110 de UTI, com mais dez leitos que vamos abrir no Hospital de Clínicas”, pontuou.

CAPACIDADE

O prefeito destacou que o município vai usar a capaci­dade máxima do setor de saú­de no combate à pandemia de coronavírus. Afirmou, ainda, que a beleza do Hospital de Urgência não está na decoração, mas na qualidade do atendimento que será oferecido.
“Quero fazer um reconhe­cimento aos dois governos e à minha equipe, que está tra­balhando em velocidade máxima para termos esses hospitais prontos. Tive a felicidade de ter um hospital para me acolher por meio do meu convênio, mas não quero que as pessoas sofram sem ter uma unidade de UTI, porque se não tivesse uma para me acolher, possivelmente não estaria aqui. Então, como prefeito, homem público, é minha obrigação correr atrás e deixar isso pronto”, ressaltou.

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