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Diadema fica em primeiro em premiação estadual de Saúde Bucal

Diadema fica em primeiro em premiação estadual de Saúde Bucal
equipes vão às escolas, orientam a higiene bucal, realizam a escovação supervisionada. Foto: Thiago Benedetti/PMD

Diadema conquistou o primeiro lugar no prêmio do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo como a melhor política municipal de saúde bucal do Estado de São Paulo, na categoria de cidades com população superior a 300 mil habitantes. Foram inscritos 43 municípios.

Diadema, agora, concorrerá à etapa nacional do prêmio do Conselho Federal Odontologia em outubro.

Em 2017 foram realizados 75.598 atendimentos odontológicos na rede municipal. Em 2018, até o momento, foram 59.451 atendimentos.
A escolha das cidades vencedoras foi definida de acordo com critérios como financiamento em saúde, controle social, assistência odontológica básica, remuneração, educação permanente, entre outros.

“A premiação tem critérios técnicos bastante rígidos. O município em série histórica que compreende 30 anos de programações exitosas em saúde bucal vem realizando um excelente trabalho”, afirmou o secretário de Saúde, Luiz Cláudio Sartori.

“Diadema sempre foi refe­rência por ter alcançado precocemente excelentes indicadores epidemiológicos e por suas políticas públicas inovadoras. Cerca de 85% das crianças até 5 anos estão livres de cárie. Não tivemos óbito por câncer de boca. Conquistamos está premiação que só foi possível devido à cooperação de todos os profissionais de saúde bucal que contribuíram com a nossa história”, afirmou a coordenadora da Saúde Bucal, Bernadete Aparecida Tavares Cunha.

PROGRAMA

O programa de saúde bucal em Diadema teve início em 1987 com a municipalização dos serviços. Diadema tem 63 equipes na Estratégia de Saúde da Família completas, e são compostas por cirurgião dentista, técnico de saúde bucal e auxiliar de saúde bucal, um centro de especialidades odontológicas do tipo 3, o Centro de Referência de Doenças Sexualmente Transmissíveis, além do serviço de urgência no Pronto Socorro.

O acompa­nhamento é feito nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). O retorno das crianças de zero a 5 anos ocorre semestralmente; já as de 6 a 14 anos voltam uma vez por ano. Além disso, duas vezes ao ano as equipes vão às escolas, orientam a higiene bucal, realizam a escovação e aplicam flúor nas crianças com alto risco de cárie.

O acesso do adulto ao tratamento se faz através do “acesso avançado”, que conta com o “sistema da colmeia” com priorização dos mais vulneráveis. Além disso, há grupos prioritários, como o de gestantes, insulinodependentes e tabagistas.

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