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Descontente com a reserva, Nenê irrita dirigentes do São Paulo

Descontente com a reserva, Nenê irrita dirigentes do São Paulo
Demonstrações de aborrecimento por parte de Nenê são comuns e têm exigido esforço da diretoria. Foto: Arquivo

Sentado no banco de reservas durante todo o empate por 2 a 2 do São Paulo com o Flamengo, no último domingo (4), pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro, Nenê saiu do Morumbi irritado. O jogador deixou claro seu descontentamento, o que incomodou membros da comissão técnica e dirigentes tricolores.

Não foi o primeiro gesto desse tipo do atleta de 37 anos. As demonstrações de aborrecimento são comuns e têm exigido esforço do treinador Diego Aguirre na condução do problema.

Os atos eram mais tolerados quando Nenê estava bem. Assim, quando foi substituído nas vitórias sobre Atlético-PR e Cruzeiro, no primeiro turno, e exibiu seu azedume, deixou-se rapidamente de lado a situação. Afinal, a equipe e seu camisa 10 viviam boa fase.

Tudo mudou, porém, na virada para o returno do Campeonato Brasileiro. O meia marcou no jogo que abriu a segunda metade da competição, contra o Paraná, e entrou em jejum.

Em período que coincidiu com a contusão de Everton e a queda do São Paulo na competição, Nenê também caiu muito. Foi sacado três vezes seguidas e, contra o Palmeiras, voltou a mostrar irritação publicamente.

O atleta virou reserva e, após dez jogos sem marcar, conheceu situação que ainda não tinha vivido no Brasileiro: passou o jogo inteiro no banco. Terminado o duelo com o Flamengo, deixou rapidamente o estádio, de cara amarrada e calado.

Aguirre e os dirigentes do São Paulo ainda creem na utilidade de Nenê, mas deixaram claro ao jogador que não é hora de fazer manha.

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