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Cuca acerta contrato até 2018 e volta ao Palmeiras

Cuca e Prass erguem a taça de campeão brasileiro: retorno após cinco meses. Foto: Cesar Greco/Agência PalmeirasO Palmeiras acertou o retorno de Cuca. O treinador, que deixou o clube em dezembro do ano passado, após a conquista do título brasileiro, será o substituto de Eduardo Baptista, demitido após a derrota para o Jorge Wilstermann, pela Copa Libertadores.

Cuca vai assinar contrato até o final de 2018. O técnico voltará para o clube ganhando mais do que quando o deixou em 2016. O salário do campeão brasileiro será de, no mínimo, R$ 600 mil. Até o ano passado, ganhava cerca de R$ 400 mil por mês.

A reportagem apurou que a Crefisa, atual patrocinadora do Palmeiras, já foi contatada pelo clube e aceitou bancar a metade do salário do técnico.

Na avaliação da diretoria, as vantagens de contar com Cuca no grupo seriam a identificação com o Palmeiras e o conhecimento prévio dos jogadores. Zé

Roberto, Jean, Vitor Hugo, Tchê Tchê e Dudu se destacaram na campanha do título brasileiro de 2016, mas não têm jogado bem nesta temporada. Além disso, os dirigentes palmeirenses avaliam que havia passividade de alguns jogadores nesta temporada.

Período sabático

Cuca deixou o Palmeiras em 2016 alegando problemas pessoais. Neste ano, pessoas ligadas ao Santos telefonaram para o técnico para saber se estaria disposto a ocupar a vaga que hoje é de Dorival Júnior.

O treinador está em Curitiba. Ainda não foi definida a data da apresentação. A restreia de Cuca deve ocorrer contra o Vasco, no dia 14, pela primeira rodada do  Campeonato Brasileirão.

Baptista se pronunciou por meio de comunicado após demissão ocorrida na quinta-feira (4). O treinador agradeceu à diretoria pela oportunidade de trabalho no Palmeiras. Também elogiou o comportamento da torcida, dos funcionários do clube e dos jornalistas que cobrem diariamente o Palmeiras.

 

Galiotte afirma que Eduardo Baptista foi demitido porque equipe não evoluía

O presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte, declarou ontem (5) que demitiu o técnico Eduardo Baptista porque a equipe não evoluía sob seu comando.

“O Eduardo iniciou em janeiro conosco, tinha um planejamento e, no decorrer dos meses, não atingimos a evolução necessária e desejada. Entendemos que a equipe necessita de ajustes para alcançar nossas metas. Falta de evolução da equipe foi o motivo da demissão”, disse Galiotte.

“O que foi decisivo para fazer a alteração foi a (falta de) evolução. Perdemos para a Ponte Preta – não foi só esse jogo, claro – e nos distanciamos do que era planejado. O Palmeiras tem grandes objetivos no ano e entendemos que, neste momento, o time precisa de ajustes”, completou.

A derrota por 3 a 2 para o Jorge Wilstermann, na Bolívia, foi a gota d’água para Eduardo Baptista, que vinha sendo criticado após as vitórias suadas sobre o Peñarol na Libertadores.

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