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Corolla 2020 terá preços a partir de R$ 99.990

Corolla 2020 terá preços a partir de R$ 99.990
Primeiro híbrido flex do mundo, o novo Corolla demandou investimentos de R$ 1 bilhão em Indaiatuba e ganhou linhas mais esportivas, que atenuam o visual conservador de gerações anteriores, com destaque para o novo desenho da grade dianteira superior e os vincos nas extremidades dos para-choques. Foto Divulgação/ Toyota

Em time que está ganhando não se mexe, certo? Não para a Toyota, que lançou na última terça-feira (3) a 12ª geração do Corolla, líder de vendas no país  no segmento de sedãs médios há cinco anos consecutivos. O modelo chegará às concessio­ná­rias da marca japonesa no pró­ximo dia 12 como linha 2020 dotada de novo visual, mo­to­Corolla 2020 terá preços a partir de R$ 99.990rizações e equipamentos.

O novo Corolla será ofere­cido em três versões de acaba­mento e duas motorizações. A principal novidade é o sistema híbrido flex, que combina três motores: dois elétricos e um a combustão que pode ser abastecido com gasolina ou etanol.

Trata-se do primeiro veículo híbrido flex do mundo. Até então, os híbridos oferecidos  usavam somente gasolina, ca­so do próprio Toyota Prius.

O sistema, aliás, é seme­lhan­te ao do Prius, mas foi aprimorado e une motor flex 1.8 16V capaz de gerar  101 cv de potência quando abas­­tecido com etanol (98 cv com gasolina) e dois propulso­res elétricos de 72 cv. A potência combinada é de 123 cv.

O sistema híbrido estará dis­ponível na versão top de linha Altis, que será vendida por pre­ço a partir de R$ 124.990.

Há ainda outros três pacotes dotados do propulsor 2.0 16V flex de 177 cv de po­tência quando abastecido com etanol (169 cv com gasolina): o porta de entrada GLi (R$ 99.990), o intermediário XEi (R$ 110.990) e o top de linha Altis (R$ 124.990).

As versões Altis com propulsor 2.0 16V e híbrida têm o mesmo preço, mas só a equipada com motor de dois litros incorpora o pacote Premium, comercializado por R$ 6 mil.

Para produzir o novo Corolla, a Toyota in­vestiu R$ 1 bi­lhão na planta de Indaiatuba (SP), que já fa­bri­cou mais de 1 mi­lhão de uni­dades do modelo desde que foi inaugurada, em 1998. A planta de Porto Feliz (SP) também recebeu aporte (R$ 600 mi­lhões) pa­ra fazer o novo motor 2.0 – que trocou o ciclo Otto pelo Atkinson e, segundo a montadora, é 15% mais potente e 9% mais eficiente do que a geração anterior (2.0 16V de 144 cv).

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