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Consumidores de Diadema vão gastar R$ 3,5 milhões na Black Friday

Consumidores de Diadema vão gastar R$ 3,5 milhões na Black Friday
Black Friday deve movimentar R$ 55,5 milhões no ABC este ano. Foto: Arquivo

Os consumidores de Diadema vão desembolsar R$ 3,5 milhões na edição deste ano da Black Friday, que será realizada no próximo dia 23. O montante equivale a 6,5% do gasto projetado para os sete municípios (R$ 55,5 milhões) na principal data do e-commerce brasileiro.

A estimativa, divulgada com exclusividade para o Diário Regional pelo site organizador do evento (www.blackfriday.com.br), ba­seia-se em dados das oito edições anteriores e no tráfego da página. A cidade figura entre as 100 com as maiores projeções de venda – ocupa a 96ª posição. No ABC, São Bernardo é a mais bem ranqueada (12º).

O montante previsto para a região é 26,1% superior ao gasto estimado em 2017 (R$ 44 milhões).

“O crescimento (nas vendas) ano a ano ocorre desde quando trouxemos o evento para o Brasil, em 2010, e evidencia o diferencial da Black Friday daqui: nasceu inclusiva devido ao foco no comércio eletrônico, já que o ambiente digital possibilita a participação de todos, inclusive fora dos grandes centros. Afinal, basta ter internet para aproveitar”, comentou Ricardo Bove, diretor do BlackFriday.

Contribui para o otimismo em relação à data a discreta recuperação do emprego no ABC neste ano. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempre­gados (Caged), do Ministério do Trabalho, revelam que, de janeiro a setembro, Diadema criou 11,3 mil vagas com carteira assinada, o que representa aumento de 1,57% em relação ao estoque existente no dia 1º de janeiro.

Além disso, o comércio eletrônico ain­da tem muito espaço para avançar no Brasil. Nos Estados Unidos, por e­xemplo, o canal já está conso­lidado e, por isso, o ritmo de crescimento desacelerou.

Segundo o idealizador do evento, as principais intenções de compra para esta edição se­guem o mesmo perfil dos anos anteriores: produtos de maior valor agregado e objetos de desejo. O destaque fica por conta de smartphones, seguido por televisores, note­books e eletrodomésticos.

 

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