Mauá, Política-ABC, Sua região

Comissão decide prosseguir processo de cassação de Atila Jacomussi por vacância

A Comissão Processante que avalia o pedido de cassação do prefeito afastado de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), com base no afastamento por mais de 15 dias sem anuência da Câmara, decidiu  dar prosseguimento ao processo.

O grupo também solicitou ao presidente da Câmara, vereador Vanderlei Cavalcante da Silva, o Neycar (SD), a inclusão da votação do parecer em plenário , na próxima sessão ordinária, dia 19. Compõem a comissão Cincinato Lourenço Freire Filho, o Dr. Cincinato (PDT), como presidente; Samuel Ferreira dos Santos, o Samuel Enfermeiro (PSB), como relator; e Helenildo Alves da Silva, o Tchacabum (PRP).

Atila ainda terá de apresentar defesa no pedido de cassação com base em improbidade administrativa. No dia 1º, o juiz da 4ª Vara Cível de Mauá concedeu liminar determinando que o prazo de defesa do prefeito fosse contado a partir da escolha do substituto do vereador Osvanir Carlos Stella, o Ivan (Avante), na Comissão Processante. Vladimilson Garcia, o Bodinho (PRP),  substituiu Ivan.

Bodinho foi escolhido por sorteio na primeira sessão do ano (dia 5).  A partir da escolha do novo membro da comissão processante, o prefeito tem dez dias para apresentar defesa. O prazo começou a correr no dia 6.

Atila Jacomussi foi preso em 13 de dezembro pela Polícia Federal na Operação Trato Feito – desdobramento da Prato Feito –, que investiga suposta propina de R$ 500 mil paga ao prefeito – e depois supostamente distribuída aos vereadores – por nove empresas com contratos com a prefeitura.

O prefeito já havia sido preso em maio do ano, no âmbito da Operação Prato Feito, por suspeita de desvio de verbas da merenda na cidade. Li­berado pela Justiça, retornou à prefeitura em setembro.

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