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Com ajuda da Crefisa, Palmeiras contrata atacante colombiano Borja

A espera acabou. Depois de meses de arrastadas negociações, Palmeiras e Atlético Nacional chegaram a um acordo e o colombiano Miguel Borja é jogador do Palmeiras. O contrato seria assinado ainda ontem (9) pelo presidente do clube paulista, Mauricio Galiotte.

Borja foi contratado com dinheiro da Crefisa.Foto: Arquivo

Em viagem à Colômbia, o diretor de futebol do Palmeiras, Alexandre Mattos, apresentou proposta de US$ 10,5 milhões (cerca de R$ 33 milhões) ao clube de Medellín. O valor será bancado pela Crefisa, patrocinadora do Palmeiras, em três parcelas, e não será descontado do que é pago pela exposição das marcas.

A Crefisa também arcará com boa parte do salário de US$ 100 mil (cerca de R$ 320 mil) do jogador, acrescentando R$ 200 mil às parcelas mensais de patrocínio. Além disso, as empresas de Leila Pereira, candidata ao conselho alviverde, também arcarão com as luvas de R$ 1 milhão pedidas por Borja.

Proposta chinesa

O principal empecilho para o sucesso da negociação era uma proposta do futebol chinês pelo jogador, que era mais vantajosa financeiramente para o Atlético Nacional. O montante ultrapassaria a casa dos US$ 25 milhões (cerca de R$ 78 milhões), muito acima da oferta palmeirense.

No entanto, prevaleceu o interesse do jogador, que queria atuar pelo Palmeiras. Ao longo das tratativas, Borja enviou um vídeo a diretores do Palmeiras em que seu filho pequeno diz querer que o pai atue pelo clube paulistano.

O campeão brasileiro retomou a conversa pelo centroavante colombiano de­pois do fechamento da janela de transferências do futebol europeu. Sem ofertas em euros ou libras, o Atlético Nacional aceitou diminuir a pedida pelo jogador e reabriu as negociações com o Palmeiras.

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