Diadema, Minha Cidade, São Bernardo do Campo, Sua região

Coletores de lixo fazem paralisação em Diadema

Devido à paralisação, ontem o lixo se acumulou em diversas regiões da cidade. Foto: Eberly Laurindo

Os coletores de resíduos que atuam na cidade de Diadema fizeram paralisação entre as 18 horas de segunda-feira (21) e a tarde de ontem (22). De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Prestação de Serviços de Asseio e Conservação e Limpeza Urbana de São Paulo do ABC (Siemaco), os 130 funcionários da empresa Sustentare Ambiental cruzaram os braços depois que a parcela do Plano de Participação dos Resultados (PPR) não foi paga.

Durante todo o dia foi grande a quantidade de lixo nas calçadas em diferentes regiões da cidade Em nota, a Prefeitura de Diadema informou que “que os coletores da empresa Sustentare Ambiental, responsável pela coleta de lixo na cidade, fizeram uma paralisação a partir das 18 horas de ontem (segunda/21). A razão da paralisação é a falta de pagamento de PLR (Participação nos Lucros e Resultados) pela empresa Sustentare Ambiental. A Prefeitura de Diadema informa que os pagamentos para a empresa estão regulares”.

“Para minimizar os transtornos à população, a Secretaria Municipal de Serviços e Obras iniciou, pela manhã, serviço de coleta de lixo emergencial nas principais vias, com servidores e caminhões da própria Prefeitura. A administração já notificou a Sustentare Ambiental para que o serviço seja restabelecido, sob pena de multa”.

A empresa informou, também em nota, que “já efetuou o pagamento dos funcionários e as atividades serão normalizadas no próximo turno, que é o da noite. A greve ocorreu devido ao atraso de pagamento por parte do município. A prefeitura vem honrando os pagamentos, mas com alguns meses de atraso”.

Greve

Em março de 2015, os coletores de todas as cidades da região paralisaram os serviços por nove dias. A quantidade de lixo acumulada nos municípios foi tanta que levou quase duas semanas para que tudo fosse coletado. Na ocasião, os trabalhadores exigiam 11,73% de ajuste, mas as empresas concederam 9,5%.

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