Esportes, Futebol

Clubes investem R$ 8 bi para disputar a Liga dos Campeões; fase de grupos começa hoje

Para conquistar a Liga, PSG pagou R$ 819 milhões por Neymar. Foto: C.Gavelle/PSGManchester City-ING e PSG-FRA foram os times que mais gastaram em 2017. Juntos, contrataram € 480,3 milhões (R$ 1,7 bilhão) em reforços. Tudo para formar elencos capazes de ganhar a Liga dos Campeões, cuja fase de grupos começa hoje (12).

Os clubes financiados por magnatas árabes não estão sós. As 32 equipes que começam a fase de grupos investiram € 2,16 bilhões (R$ 8 bilhões) em contratações.

O PSG fez a maior compra da história: os € 222 milhões (R$ 819 milhões) pagos ao Bar­celona por Neymar.
Porém, o PSG não foi o maior gastador. O Manchester City, do xeque Mansour bin Zayed, dos Emirados Árabes, despendeu € 244,3 milhões (R$ 901 milhões) em reforços.

O PSG estreia hoje contra o Celtic-ESC, em Glasgow. O Manchester City entra em campo amanhã, diante do Fe­y­enoord-HOL, em Roterdã.

O sonho dos cartolas das duas equipes é levantar o troféu jamais conquistado. Isso também explica o fato de que, separados os clubes por países, os ingleses foram os mais perdulários. Manchester United, City, Chelsea e Liverpool desembolsaram € 789,7 milhões (R$ 2,9 bilhões) em jogadores.

Um time do país não ganha o título desde 2012, quando o Chelsea venceu. Na última temporada, apenas o Leicester chegou às quartas de final.

“É tanto dinheiro que a Liga dos Campeões se tornou uma competição em que o número de clubes que podem conquistá-la é cada vez mais restrito”, disse o italiano Claudio Ranieri, ex-técnico do Leicester.
Estar na fase de grupos, conquistar as premiações e o dinheiro da TV é tão importante para as equipes de ponta que o francês Arséne Wenger disse que, para o Arsenal, ficar em quarto no Inglês era o mesmo que erguer a taça. O Arsenal terminou em quinto e terá de jogar a Liga Europa.

Cada clube recebeu da Uefa € 12,7 milhões (R$ 46,9 milhões) apenas por participar da Liga na temporada passada. Campeão, o Real Madrid embolsou € 89,5 mi­lhões (ou R$ 330 milhões).

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