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Chega ao Brasil sexta geração de implantes mamários

Foto: DivulgaçãoImplantes mamários têm sido, ao longo do tempo, apresentados ao mercado com grande variedade de texturas, formas e coesividades. Desde aqueles considerados mais suaves e naturais – compostos por silicone menos denso – aos mais resistentes, preenchidos com gel de silicone mais firme.

Se por um lado maior suavidade (menos coesividade) deixa os implantes menos resistentes, por outro, os mais firmes (muito coesivos) também são menos naturais à aparência e ao toque, além de, muitas vezes, não tão confortáveis às mulheres. Cada perfil possui seus fãs e recebe – seja por parte da classe médica, seja pelas pacientes – críticas e elogios.

Para atender às duas demandas, a GC Aesthetics tem investido fortemente em pesquisa e inovação tecnológica. A empresa recebeu a aprovação da Anvisa e este mês lança no Brasil, durante o 53º Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica, em Fortaleza, a mais nova geração de implantes mamários, chamada de IMPLEOTM, que conquistou sucesso rapidamente em países como Espanha, França, Grã-Bretanha e México.

Trata-se de um implante mamário redondo o qual, ao mesmo tempo que é leve, macio e maleável, é também altamente coesivo, firme, sem ser duro. A junção dessas características faz com que mesmo manipulando-o com com intensidade, ele volta à sua forma original sem quebrar e nem deformar. É o chamado “efeito twist”.

“O grande desafio tecnológico foi criar um produto com características vistas num primeiro momento como paradoxais. IMPLEOTM vem quebrar esse paradigma, pois une quatro pontos importantes: naturalidade, maciez, maleabilidade e alta coesividade; tudo isso sem ser duro. Ele alia delicadeza, conforto e alta resistência. É importante reforçar que esse produto é fruto do feedback recebido por cirurgiões ao longo do tempo, pois existia essa lacuna em relação a esta característica em um implante. Toda essa inovação foi possível pois o grupo GC Aesthetics tem produtos comercializados no mercado há mais de 35 anos”, revela Fauze Khalek, diretor-geral da empresa no Brasil.

Segundo a cirurgiã plástica  Bianca Ohana, do Rio de Janeiro, “o implante ideal seria, sem dúvida, o que tivesse equilíbrio entre a maleabelidade e a coesividade, sendo que a coesividade nada mais é que a habilidade de um gel para se unir e manter sua integridade, além de ter a  texturização mais favorável a evitar contratura capsular e aderências não naturais aos tecidos. O IMPLEOTM vem com essa proposta”, define.

Devido à maleabilidade e coesividade específicas, em alguns casos o implante também tem a vantagem adicional de poder ser introduzido por incisões menores com segurança, o que resulta em cicatrizes menos perceptíveis e incômodas por algumas pacientes. “É algo que médicos e pacientes vinham pedindo há tempos e que agora temos disponível no Brasil”, complementa o diretor geral da GC Aesthetics, Fauze Khalek.

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