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Chagas disputará eleição do Sindserv como suplente

Giovani Chagas disputará eleição como suplente de José Rubem Nascimento Lopes, servidor da pasta de Serviços Urbanos. Foto: Eberly LaurindoO Sindicato dos Servidores Públicos Municipais e Autárquicos (Sindserv) de São Bernardo marcou para o dia 8 de dezembro a nova eleição para a renovação da diretoria executiva e conselhos fiscal e consultivo da entidade. O pleito interno será o quarto realizado em pouco mais de um ano, após as três tentativas anteriores serem impugnadas pela Justiça. A exemplo das edições anteriores, apenas duas chapas disputarão o comando do sindicato – as mesmas que concorreram na última eleição realizada em agosto.

O grupo de situação, no entanto, não deverá ser encabeçado pelo presidente destituído Giovani Chagas, que passa a compor a chapa como um dos suplentes da diretoria executiva. De acordo com a chapa 1, a movimentação busca sinalizar à categoria compromisso com a “renovação” da entidade. O nome escolhido para liderar a ala foi o do servidor da secretaria de Serviços Urbanos (SU) José Rubem Nascimento Lopes.

Procurados, José Rubem e Chagas não foram localizados pela reportagem para comentar o assunto. A chapa 2, da oposição, terá mais uma vez como postulante a presidente o servidor da secretaria de Educação Marcelo Gonçalves Siqueira.

Desta vez, o processo eleitoral será conduzido pela Junta Governativa eleita em outubro para comandar o sindicato até janeiro de 2017, após destituição da diretoria até então em exercício. O grupo é presidido por Simone Bezilevski Aragão e composto por outros cinco servidores. O comando temporário atende à decisão da Justiça, que acatou ação impetrada em outubro pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) pedindo o cancelamento do pleito de agosto – por suspeita de fraude – e o afastamento de Chagas.

Propostas
O grupo que busca continuidade no comando do sindicato sustentou, em comunicado, que se compromete com a construção de um Sindserv “forte, autônomo, moderno e de luta”. Entre as principais propostas da chapa 1 está a ampliação dos comitês sindicais de base, a luta contra as terceirizações, equiparação salarial entre celetistas e estatutários, luta para que a reposição integral da inflação à categoria seja transformada em lei e criação do cartão servidor cidadão.

A chapa liderada por Siqueira, por sua vez, defende o abono na aposentadoria compensatório para o fundo de garantia, adicional noturno após as 18h, concurso de acesso para os cargos de gestão e chefias, luta contra o desvio de função e a sobrecarga de trabalho, efetivação da aposentadoria especial para todos os profissionais do quadro do magistério, elevação do piso salarial do funcionalismo, entre outros.

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