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Caso de família carbonizada passa a correr em Santo André e tem segredo levantado

Caso de família carbonizada passa a correr em Santo André e tem segredo levantado
Ana Flávia e outras quatro pessoas são acusadas de matar as vítimas durante roubo à residência da família. Foto: Marcelo Gonçalves/Sigmapress/Estadão Conteúdo

A Vara do Júri de Santo André recebeu a denúncia oferecida pelo Ministério Público contra cinco réus acusados de matar um casal e seu filho de 15 anos no ABC. O processo corria na Vara do Júri de São Bernardo, local onde começaram as investigações, mas foi redistribuído para o Juízo de Santo André, por ser o local em que os homicídios ocorreram.

No recebimento da denúncia, o juiz Lucas Tambor Bueno manteve a prisão preventiva dos réus e levantou o segredo de justiça do caso.

Os corpos do casal Romuyuki e Flaviana Gonçalves e de seu filho caçula, Juan Gonçalves, foram encontrados carbonizados no dia 28 de janeiro deste an0 dentro de um carro na Estrada do Montanhão, em São Bernardo. A filha do casal e irmã do adolescente, Ana Flávia; a namorada dela, Carina Ramos, e outras três pessoas são acusadas de matar as vítimas durante roubo à residência, em Santo André.

O juiz manteve a prisão preventiva dos réus, acusados dos crimes de homicídio qualificado, destruição de cadáver, roubo qualificado e associação criminosa.

“Trata-se de delito gravíssimo, que atenta contra o bem jurídico de maior valor no ordenamento jurídico pátrio: a vida humana”, escreveu Bueno. “Além disso, é capitulado como hediondo em nossa legislação, circunstância que revela maior grau de reprovabilidade da conduta”, prosseguiu o magistrado.

“Essas circunstâncias demonstram a periculosidade dos agentes e conduta avessa ao convívio social, tornando imperiosa a prisão preventiva, a fim de se garantir a ordem pública”, afirmou o juiz, mantendo os cinco presos.

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